Agradeço a todos e a todas que confiaram em mim e depositaram seu voto na urna. Tivemos uma votação expressiva, mas não foi suficiente para eleger. Agora é hora, mais do que nunca, de não esmorecermos e arregaçarmos as mangas para eleger a DILMA nossa Presidente, para o Brasil continuar mudando e não voltarmos aos tempo do atraso e do retrocesso.

CONTO COM VOCÊ! A LUTA CONTINUA....

Luis Vanderlei LARGUESA


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domingo, 11 de julho de 2010

PT quer levar afastamento de diretor da TV Cultura ao MP

CAROLINA FREITAS - Agência Estado

O PT de São Paulo deve entrar na segunda-feira com uma representação no Ministério Público eleitoral do Estado pedindo investigação sobre o afastamento, na semana passada, do diretor de jornalismo da TV Cultura, Gabriel Priolli. De acordo com o senador e candidato a governador Aloizio Mercadante, há indícios de ingerência por parte do governo na emissora. "Os indícios que estamos vendo são de um aparelhamento partidário na TV Cultura. Existem todos os indícios de que uma reportagem sobre um tema incômodo ao PSDB levou ao afastamento de Priolli", disse Mercadante.

Prioli permaneceu durante uma semana como diretor de jornalismo da TV Cultura e teria sido afastado, segundo notícias publicadas na imprensa, por pautar uma reportagem sobre as tarifas de pedágio nas estradas paulistas. Para a reportagem foram ouvidos os candidatos ao governo Mercadante e Geraldo Alckmin (PSDB), mas a notícia não foi ao ar.

"A população inteira está discutindo a questão dos pedágios, todos os veículos de comunicação estão falando deste assunto. Tirar da função o diretor por estar pautando um tema absolutamente legítimo é inaceitável. A reportagem da TV Cultura não era unilateral, não havia nenhum posicionamento", afirmou Mercadante. O candidato ressaltou ainda a importância de os envolvidos no episódio serem ouvidos. "Só quem pode controlar um veículo de comunicação é o ouvinte, o telespectador e o leitor. É fundamental que a demissão seja apurada e que os envolvidos sejam ouvidos."

Fonte: http://www.estadao.com.br/noticias/nacional,pt-quer-levar-afastamento-de-diretor-da-tv-cultura-ao-mp,579349,0.htm

Caramba! Não tem jeito... outra do José Serra - O mentiroso

Não tem jeito, Serra, tenta mais uma. Ele afirma que o Cartão SUS foi ele que iniciou, conforme pode ser lido abaixo, mas é mentira. Seguindo as informações dadas pelo R7 e o Blog Conversa Afiada, fiz minhas próprias pesquisas em torno do assunto e confirmei a mentira de serra.

"O candidato do PSDB à Presidência, José Serra, acusou nesta sexta-feira (9) a gestão do PT no governo federal de querer acabar com projetos que, segundo ele, tinham a sua marca. Como exemplo, ele citou o fim do cartão SUS, programa iniciado quando foi ministro da Saúde na gestão de Fernando Henrique Cardoso."

Fonte: R7 - Notícias
Via Blog Conversa Afiada


Bom, a Portaria Nº2.203, de 5 de novembro de 1996 que trata a criação do Cartão SUS foi assinada por Adib Jatene Ministro da Saúde, acesse a portaria aqui. Olha bem, Serra, só foi nomeado Ministro da Saúde em 1998, leia aqui, portando um ano e meio depois. Assim, cai por terra a ideia de serra ter idealizado o tal cartão SUS. Abaixo tem parte da Portaria Nº2.203.

Ministério da Saúde – Gabinete do Ministro
PORTARIA Nº 2.203, DE 5 DE NOVEMBRO DE 1996.

O Ministro de Estado da Saúde, no uso de suas atribuições, e considerando que está expirado o prazo para apresentação de contribuições ao aperfeiçoamento da Norma Operacional Básica – NOB 1/96 do Sistema Único de Saúde (SUS), o qual foi definido pela Portaria nº 1.742, de 30 de agosto de 1996, e prorrogado por recomendação da Plenária da 10ª Conferência Nacional de Saúde, resolve:

Art. 1º Aprovar, nos termos do texto anexo a esta Portaria, a NOB 1/96, a qual redefine o modelo de gestão do Sistema Único de Saúde, constituindo, por conseguinte, instrumento imprescindível à viabilização da atenção integral à saúde da população e ao disciplinamento das relações entre as três esferas de gestão do Sistema.

Art. 2º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação.

ADIB D. JATENE

ANEXO
(…)
9. BASES PARA UM NOVO MODELO DE ATENÇÃO À SAÚDE
(…)
A composição harmônica, integrada e modernizada do SUS visa, fundamentalmente, atingir a dois propósitos essenciais à concretização dos ideais constitucionais e, portanto, do direito à saúde, que são:
(…)
Cada sistema municipal deve materializar, de forma efetiva, a vinculação aqui explicitada. Um dos meios, certamente, é a instituição do cartão SUS-MUNICIPAL, com numeração nacional, de modo a identificar o cidadão com o seu sistema e agregá-lo ao sistema nacional. Essa numeração possibilita uma melhor referência intermunicipal e garante o atendimento de urgência por qualquer serviço de saúde, estatal ou privado, em todo o País. A regulamentação desse mecanismo de vinculação será objeto de discussão e aprovação pelas instâncias colegiadas competentes, com conseqüente formalização por ato do MS.
(…)

Fonte:Ministério da Saúde


A própria portaria, não cria o cartão SUS, mas orienta que seja criado posteriormente. Repito, não cria, mas idealiza o tal cartão SUS e ainda orienta a necessidade de sua criação:

(...) a instituição do cartão SUS-MUNICIPAL, com numeração nacional, de modo a identificar o cidadão com o seu sistema e agregá-lo ao sistema nacional. Essa numeração possibilita uma melhor referência intermunicipal e garante o atendimento de urgência por qualquer serviço de saúde, estatal ou privado, em todo o País. A regulamentação desse mecanismo de vinculação será objeto de discussão e aprovação pelas instâncias colegiadas competentes, com conseqüente formalização por ato do MS.

Fonte:Ministério da Saúde

Devido ao exposto acima, ainda vou dar um voto de confiança à serra. Analisando a afirmativa dele citada acima pelo R7 que, "cartão SUS, programa iniciado quando foi ministro da Saúde [ele, zé serra]", procurei na Internet o original da portaria que regulamenta o tal Cartão SUS. Consegui encontrar, é a PORTARIA Nº 1.560, DE 29 DE AGOSTO DE 2002, o Ministro da Saúde era Barjas Negri. Como se pode ver, a data da criação da portaria deixa claro que depois de Serra ter saído do Ministério da Saúde para se candidatar a Presidência da República em 2002, é que foi editada a portaria que regulamenta o Cartão SUS conforme havia previsto por Adib Jatene em sua portaria em 1996. Portanto o programa do "Cartão SUS" só foi iniciado depois da saída de zé serra do ministério da Saúde.

Assim, fica esclarecida mais uma mentira de Serra. O Cartão SUS foi idealizado na gestão do Ministro Adib Jatene e iniciado na gestão do Ministro Barjas Negri. Notem bem, eu disse que o Cartão SUS foi idealizado e iniciado nas gestões de Adib Jatene e Barjas Negri respectivamente e não criado por eles. Isso é evidente, já que a própria portaria 2.203/1996 assinada por Jantene orienta que "A regulamentação desse mecanismo de vinculação [o Cartão SUS] será objeto de discussão e aprovação pelas instâncias colegiadas competentes, com consequente formalização por ato do MS. Deste modo, o Cartão SUS não tem um criador, mas sim o colegiado que o "gestou".

Fontes do Post:

* Portal R7-Notícias
* PORTARIA Nº 2.203, DE 5 DE NOVEMBRO DE 1996 - Adib Jatene
* PORTARIA Nº 1.560, DE 29 DE AGOSTO DE 2002 - Cria o Cartão SUS - Barjas Negri
* Blog Vi o Mundo - Paulo Henrique Amorim

Leia mais sobre Serra:

* Projeto do FAT não foi de Serra
* A História do Programa Nacional de Aids que Serra e PSDB insistem em dizer que é deles
* Serra assume como sendo dele a paternidade dos Genéricos
* Serra autor da PEC 21 que liberou a agiotagem dos bancos
* O rabo preso de Serra e as armações da grande mídia
* A era FHC em que Serra participou como Ministro do planejamento e da saúde
* Sobre os tucanos e os neoliberais servis
* Como se Manipula uma pesquisa Eleitoral
* O envolvimento de José Serra com a máfia das ambulâncias

Postado por Paulo Bittencourt

Fonte: http://paulobittencourt.blogspot.com

Milhares de pessoas com Dilma na primeira semana da campanha à Presidência

Saúde pública

Saúde pública

Correio do leitor
leitor@rac.com.br

Ercindo Mariano Junior
Economista, Campinas

O artigo publicado pelo dr. Carlos Henrique Pinto (2/7) foi muito oportuno, pois uma das questões centrais, hoje, do Sistema Único de Saúde é o seu financiamento, ou melhor, o não financiamento. Há nove anos esperamos o Congresso aprovar a Emenda Constitucional 29, que regulamentará as formas de financiamento e o que é investimento em saúde. Os dados da Secretaria de Saúde de Campinas demonstram: 71,67% são financiamento do SUS municipal, 28,33% são o financiamento do SUS federal e 0,00001%, o SUS estadual. Ou seja, o governador Serra não investe quase nada em saúde (…).

Fonte: http://cpopular.cosmo.uol.com.br/mostra_noticia.asp?noticia=1695679&area=2110&authent=614F881437EAA2515DB80607F89243

A velha mídia está derretendo


DEBATE ABERTO
A velha mídia está derretendo

Pesquisa aponta que quase 60% das pessoas acham que as notícias veiculadas pela imprensa brasileira são tendenciosas. Oito em cada dez brasileiros acreditam muito pouco ou não acreditam no que a imprensa veicula. Quanto maior o nível de renda e de escolaridade do brasileiro, maior o senso crítico em relação ao que a mídia veicula.

Antonio Lassance

Como um iceberg a navegar em águas quentes e turbulentas, a velha mídia está derretendo. O mundo está mudando, o Brasil é outro e os brasileiros desenvolvem, aceleradamente, novos hábitos de informação.

Um retrato desse processo pode ser visto na recente pesquisa encomendada pela Secretaria de Comunicação da Presidência da República (Secom-P.R.), destinada a descobrir o que o brasileiro lê, ouve, vê e como analisa os fatos e forma sua opinião.

A pesquisa revelou as dimensões que o iceberg ainda preserva. A televisão e o rádio permanecem como os meios de comunicação mais comuns aos brasileiros. A TV é assistida por 96,6% da população brasileira, e o rádio, por expressivos 80,3%. Os jornais e revistas ficam bem atrás. Cerca de 46% costumam ler jornais, e menos de 35%, revistas. Perto de apenas 11,5% são leitores diários dos jornais tradicionais.

Quanto à internet, os resultados, da forma como estão apresentados, preferiram escolher o lado cheio do copo. Avalia-se que a internet no Brasil segue a tendência de crescimento mundial e já é utilizada por 46,1% da população brasileira. No entanto, é preciso uma avaliação sobre o lado vazio do copo, ou seja, a constatação de que os 53,9% de pessoas que não têm qualquer acesso à internet ainda revelam um quadro de exclusão digital que precisa ser superado. Ponto para o Programa Nacional da Banda Larga, que representa a chance de uma mudança estrutural e definitiva na forma como os brasileiros se informam e comunicam-se.

A internet tem devorado a TV e o rádio com grande apetite. Os conectados já gastam, em média, mais tempo navegando do que em frente à TV ou ao rádio. Esse avanço relaciona-se não apenas a um novo hábito, mas ao crescimento da renda nacional e à incorporação de contingentes populacionais pobres à classe média, que passaram a ter condições de adquirir um computador conectado.

O processo em curso não levará ao desaparecimento da TV, do rádio e da mídia impressa. O que está havendo é que as velhas mídias estão sendo canibalizadas pela internet, que tornou-se a mídia das mídias, uma plataforma capaz de integrar os mais diversos meios e oferecer ao público alternativas flexíveis e novas opções de entretenimento, comunicação pessoal e “autocomunicação de massa”, como diz o espanhol Manuel Castells.

Ainda usando a analogia do iceberg, a internet tem o poder de diluir, para engolir, a velha mídia.

A pesquisa da Secom-P.R. dá uma boa pista sobre o grande sucesso das plataformas eletrônicas das redes sociais. A formação de opinião entre os brasileiros se dá, em grande medida, na interlocução com amigos (70,9%), família (57,7%), colegas de trabalho (27,3%) e de escola (6,9%), o namorado ou namorada (2,5%), a igreja (1,9%), os movimentos sociais (1,8%) e os sindicatos (0,8%). Alerta para movimentos sociais, sindicatos e igrejas: seu “sex appeal” anda mais baixo que o das(os) namoradas(os).

Estes números confirmam estudos de longa data que afirmam que as redes sociais influem mais na formação da opinião do que os meios de comunicação. Por isso, uma informação muitas vezes bombardeada pela mídia demora a cair nas graças ou desgraças da opinião pública: ela depende do filtro excercido pela rede de relações sociais que envolve a vida de qualquer pessoa. Explica também por que algo que a imprensa bombardeia como negativo pode ser visto pela maioria como positivo. A alta popularidade do Governo Lula, diante do longo e pesado cerco midiático, talvez seja o exemplo mais retumbante.

Em suma, o povo não engole tudo o que se despeja sobre ele: mastiga, deglute, digere e muitas vezes cospe conteúdos que não se encaixam em seus valores, sua percepção da realidade e diante de informações que ele consegue por meios próprios e muito mais confiáveis.

É aqui que mora o perigo para a velha mídia. Sua credibilidade está descendo ladeira abaixo. Segundo a citada pesquisa, quase 60% das pessoas acham que as notícias veiculadas pela imprensa são tendenciosas.

Um dado ainda mais grave: 8 em cada 10 brasileiros acreditam muito pouco ou não acreditam no que a imprensa veicula. Quanto maior o nível de renda e de escolaridade do brasileiro (que é o rumo da atual trajetória do país), maior o senso crítico em relação ao que a mídia veicula - ou “inocula”.

A velha mídia está se tornando cada vez mais salgada para o povo. Em dois sentidos: ela pode estar exagerando em conteúdos cada vez mais difíceis de engolir, e as pessoas estão cada vez menos dispostas a comprar conteúdos que podem conseguir de graça, de forma mais simples, e por canais diretos, mais interativos, confiáveis, simpáticos e prazerosos. Num momento em que tudo o que parece sólido se desmancha... na água, quem quiser sobreviver vai ter que trocar as lições de moral pelas explicações didáticas; vai ter que demitir os pit bulls e contratar mais explicadores, humoristas e chargistas. Terá que abandonar o cargo, em que se autoempossou, de superego da República.

Do contrário, obstinados na defesa de seus próprios interesses e na descarga ideológica coletiva de suas raivas particulares, alguns dos mais tradicionais veículos de comunicação serão vítimas de seu próprio veneno. Ao exagerarem no sal, apenas contribuirão para acelerar o processo de derretimento do impávido colosso iceberg que já não está em terra firme.

Antonio Lassance é pesquisador do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) e professor de Ciência Política.

Fonte: http://www.cartamaior.com.br/

"LULA O ANALFABETO"

É pouco ou quer mais?

FHC, o farol, o sociólogo, entende tanto de sociologia quanto o ex-governador de São Paulo e candidato, José Serra, entende de economia. Lula, que não entende de sociologia, levou mais 50 milhões de miseráveis e pobres à condição de consumidores; que não entende de economia, pagou as contas de FHC, zerou a dívida com o FMI e ainda empresta algum aos ricos.

Lula, "o analfabeto", não privatizou as estatais, como fez o FHC, e as fortaleceu, tanto que hoje a Petrobrás é a 2º maior empresa de Petróleo do mundo e caminhando para ser a 1º. Os tucanos, capitaneados pelo FHC e pelos ex-governadores José Serra e Aécio Neves, querem por que querem voltar ao poder, para doarem aos grandes amigos ("Mui Amigos") empresários, o Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal, Petrobrás, Eletrobrás, BNDS, etc...

Lula, o “analfabeto”, que não entende de educação, criou mais escolas e universidades que seus antecessores juntos, e ainda criou o PRÓ-UNI, que leva o filho do pobre à universidade.

Lula, que não entende de finanças nem de contas públicas, elevou o salário mínimo de 64 para quase 300 dólares, e não quebrou a previdência como queria FHC.

Lula, que não entende de psicologia, levantou o moral da nação e disse que o Brasil está melhor que o mundo. Embora o PIG - Partido da Imprensa Golpista, liderados pela Organizações Globo, Grupo Folha e Grupo Abril que entende de tudo, diga que não.

Lula, que não entende de engenharia, nem de mecânica, nem de nada, reabilitou o Proálcool, acreditou no biodiesel e levou o
país à liderança mundial de combustíveis renováveis.

Lula, que não entende de política, mudou os paradigmas mundiais e colocou o Brasil na liderança dos países emergentes, passou a ser respeitado e enterrou o G-8.

Lula, que não entende de política externa nem de conciliação, pois foi sindicalista brucutu, mandou às favas a ALCA, olhou para os parceiros do sul, especialmente para os vizinhos da América Latina, onde exerce liderança absoluta sem ser imperialista.

Lula, que não entende de mulher nem de negro, colocou o primeiro negro no Supremo Tribunal Federal (Ministro Joaquim Barbosa, desmoralizado pelos brancos de olhos azuis), uma mulher no cargo de primeira ministra, e pode fazê-la sua sucessora.

Lula, que não entende de etiqueta, sentou ao lado da rainha e afrontou nossa fidalguia branca de lentes azuis.

Lula, que não entende de desenvolvimento, nunca ouviu falar de Keynes, criou o PAC, antes mesmo que o mundo inteiro dissesse que é hora de o Estado investir, e hoje o PAC é
um amortecedor da crise.

Lula, que não entende de crise, mandou baixar o IPI e levou a indústria automobilística a bater recorde de produção e vendas.

Lula, que não entende de português nem de outra língua, tem fluência entre os líderes mundiais, é respeitado e citado entre as pessoas mais poderosas e influentes no mundo atual. Foi eleito o homem do ano de2009, e é favorito para ganhar o Premio Nobel da Paz em 2010.

Lula, que não entende de respeito a seus pares, pois é um brucutu, já tinha empatia e relação direta com Bush - notada até pela imprensa americana - e agora tem a mesma empatia com Obama.

Lula, que não entende nada de sindicato, pois era apenas um agitador, é amigo do tal John Sweeny e entra na Casa Branca com credencial de negociador, lá, nos "States".

Lula, que não entende de geografia, pois não sabe interpretar um mapa, é ator da mudança geopolítica das Américas e do mundo.

Lula, que não entende nada de diplomacia internacional, pois nunca estará preparado, age com sabedoria em todas as frentes e se torna interlocutor universal.

Lula, que não entende nada de história, pois é apenas um locutor de bravatas, faz história e será lembrado por um grande legado, dentro e fora do Brasil.

Lula, que não entende nada de conflitos armados nem de guerra, pois é um pacifista ingênuo, já é cotado pelos Palestinos para dialogar com Israel.

Lula, que não entende nada de nada, de longe é o melhor que todos os outros. Tem uma aprovação popular de quase 85% dos brasileiros. +-170.000.000 de brasileiros aprovam o seu governo.

Pense, o que este homem faria, se entendesse de alguma coisa!

Pedro R. Lima,

professor de Economia - UERJ

Oposição enxerga o Brasil como um país pequeno, diz Dilma

Dilma Rousseff (PT), afirmou na sexta-feira (9), em entrevista à Rádio Tupy, que as críticas da oposição sobre o fomento do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para fusões em conglomerados, demonstram que eles enxergam o Brasil como um país pequeno e que os adversários desconhecem como se dá a competição entre as empresas no mercado internacional.

“Quem fala isso também não entende de uma questão fundamental. Tem empresas que se querem concorrer no mercado internacional tem que ter porte. Não adianta você pegar, por exemplo, uma petroquímica e ir para o mercado internacional com uma petroquímica pequena, porque é como se diz briga de cachorro grande. Nós fizemos fusões e acho que foi correto porque era para garantir que o Brasil – nesse período que estamos – tivesse empresas de porte internacional e padrão global. Tem gente que olha o Brasil e pensa o Brasil pequeno. Pensa o Brasil muito menor do que o Brasil é”, disse.

Valorização do professor

Dilma também criticou a proposta da oposição para a educação. Segundo ela, não adianta colocar um auxiliar para os professores na sala de aula. Isso não vai qualificar o ensino e nem valorizar o profissional.

“Não concordo com o projeto do meu adversário, que diz que ao invés de melhorar a educação quer colocar um professor e um estagiário na sala de aula. Querem colocar um professor ganhando R$ 1,8 mil e R$ 500 para o estagiário. Não é aumentando a baixa qualidade que você muda a educação. Não é através do estagiário que melhora a educação. É por meio da formação continuada do professor. É melhor pagar os R$ 500 para o professor e valorizar a carreira”, argumentou a petista.

Pelo menos uma escola técnica em cada município acima de 50 mil habitantes

Ela disse que pretende criar pelo menos uma escola técnica em cada município com mais de 50 mil habitantes. O governo Lula já implementou, durante seu governo, escolas técnicas nos principais municípios que são pólos regionais.

Enviar por email Por: Zé Augusto

Fonte: http://osamigosdopresidentelula.blogspot.com

Ecos do encontro com Dilma em casa de Lily Marinho


No "Blog do Saraiva"
Miguel do Rosário

O encontro de Dilma Rousseff com damas da alta sociedade carioca, na casa de um dos nomes mais poderosos da aristocracia brasileira, Lily Marinho, rendeu uma excelente mídia para a petista.
Alguns poucos torceram o nariz, mas por uma visão, me desculpem, um pouco mesquinha, algo rancorosa, de política. Eu continuo achando que o fato teve um significado extraordinário para quebrar preconceitos contra a candidata e o PT, opinião compartilhada pelo jornalista Luis Nassif. Aos poucos, surgem relatos mais consistentes sobre o encontro. Reúno os principais abaixo:

- Mônica Bergamo, na Folha.
- Hildegard Angel, no JB.
- Flavia Salme, no IG.
- Cassio Bruno, no Globo.

A matéria do Globo foi lacônica, fria, árida, constrangida. Por que será?

Destaco alguns trechos das matérias linkadas acima que me chamaram atenção:

Na matéria do IG:

“Ela é muito mais bonita pessoalmente”

De Carmem Mayrink Veiga, passando por Flávia Sampaio, namorada do empresário Eike Batista, à anfitriã Lily Marinho, Dilma foi elogiada pela aparência. “Não a conhecia, ela é muito agradável e bonita, muito melhor pessoalmente do que em fotografia”, disse dona Lily. “Ela é uma política e tanto, tudo que ela falou está certo. Ela está preparada para governar o Brasil”, acrescentou.

(...)A pedido dos jornalistas para que emitisse sua opinião a respeito do presidente Lula, dona Lily não economizou: “Ele é muito inteligente. Ele conseguiu nesses anos se fazer apreciar na Europa, nos Estados Unidos, é um encanto. Não o conheço pessoalmente, mas acho ele fantástico”.

(...)Ainda sentada à mesa, Alcione recebeu a atenção de Dilma e de dona Lily. Em troca, cantou, à capela, duas canções de Cartola – “As rosas não falam”, a pedido da presidenciável. “Sempre gostei da Dilma, é uma mulher fantástica, um exemplo para todas nós. Vai ser a nossa presidente da República”, falou a Marrom.

Quem também declarou voto na petista foi Ruth Niskier, mulher do ex-presidente da Academia Brasileira de Letras Arnaldo Niskier. “Já conhecia a Dilma. E gostei muito do programa dela para a cultura e a educação. Já defini meu voto, é na Dilma”, anunciou, antes de, ao lado das amigas, deixar o local.

Na matéria da Hildegard, no JB:

Ao fim de seu almoço para Dilma Rousseff, cercada pela imprensa por todos os lados, Lily Marinho respondeu ao repórter que lhe perguntou se também fará almoços para os demais candidatos: "Não, só para ela!". Naquele momento, tive a certeza de que Dilma havia conquistado mais um voto.

(...)Dilma, em seu discurso de improviso, após a fala de Lily, foi uma grata revelação, para comentário geral. Falou com domínio dos assuntos, segura de si e das palavras, com simpatia e sorrisos, porém sem perder a firmeza que a caracteriza.

(...)"Ela fez um progresso extraordinário", comentou uma de nossa mesa. Fiquei na dúvida se Dilma realmente fez progressos ou se éramos nós que, até então, desconhecíamos seus talentos de sedução e de oratória.

Na matéria da Bergamo, na Folha:

A candidata se foi e as amigas formaram roda para comentar. "Ela está segura, senhora de si", dizia Andrea Agnelli, mulher do presidente da Vale, Roger Agnelli. "Achei importante ela falar de educação", disse Beth Floris, dona da editora Ediouro. Dona Lily gostou. "Vou fazer 90 anos. Sou velha para votar. Mas acho que, se votasse, seria na Dilma."
Agora a grande pergunta que não quer calar.

ONDE ESTÁ A CANDIDATA SEM CARISMA?????

Pelo jeito, os analistas políticos adotaram a teoria do "poste" e da candidata "sem carisma", que os eleitores teriam dificuldade de engolir, com demasiada afobação. Diria até com leviandade. Dilma não tem a cancha de sindicalista do Lula, acostumado a falar sem microfone para milhares de operários; nem a veia humorística do presidente, que, segundo relato de Silvio Tendler, acordava todo dia com idéias mirabolantes para gozar alguém. Dilma tem o carisma que pode ter uma senhora culta, oriunda da classe média alta de Belo Horizonte, com o charme algo subversivo que a participação na luta contra a ditadura lhe conferiu temperado com décadas de trabalho duro em áreas centrais de administrações importantes do Rio Grande do Sul, primeiro, e depois no governo Lula.

Amigas minhas, com idade entre 40 e 50 anos, com quem evito aliás falar de política, tem demonstrado um incrível preconceito contra Dilma. É uma coisa de louco. Elas afirmam não votar em Dilma por razões confessadamente emocionais: dizem que Dilma é antipática. E só. Esse almoço da candidata com a nata da elite feminina carioca (e não me refiro apenas à elite financeira, mas também intelecutal, visto que Nélida Piñon, grande escritora e membro da ABL, e Ruth Niskier, mulher do ex-presidente da ABL, Arnaldo Niskier, também estavam presentes) terá grande impacto nas rodas de mulheres do Brasil inteiro. As imagens de Dilma com as Vips circularão por sites e revistas com enorme capilaridade país afora, sobretudo em salões de beleza, consultórios, etc.

Esses elogios que a petista vem recebendo dos símbolos máximos de finesse, elegância, riqueza e cultura femininas deverão constituir um sólido capital eleitoral, sobretudo junto as mulheres, cujo voto tem sido mais crítico e mais difícil de analisar. Dilma lidera isoladíssima entre os homens; se conseguir ampliar seu eleitorado feminino, consolidará de maneira definitiva sua vitória no primeiro turno.

Postado por Washington Pereira

DEM, partido aliado do PSDB, entra com ação contra o Prouni

DEM do Serra contra PROUNI

sexta-feira, 9 de julho de 2010

Morgan Freeman: "Lula está colocando o Brasil no mapa"


Depois de Barack Obama dizer que Lula é o Cara, hoje foi a vez do ator Morgan Freeman, fazer elogios ao Presidente Lula

Freeman disse a revista "Isto É" ser um grande admirador de Lula., "É um homem inteligente", declarou.

"Está colocando o Brasil no mapa. Colocou o Brasil no lugar certo. Infelizmente ainda não pude conhecê-lo, mas gostaria muito", disse o ator.

Morgan Freeman está na África do Sul para assistir à final da Copa do Mundo, neste domingo, entre Holanda e Espanha, no estádio Soccer City, em Johannesburgo.

Fonte: http://osamigosdopresidentelula.blogspot.com

Milhares de pessoas com Dilma na primeira semana da campanha à Presidência

quinta-feira, 8 de julho de 2010

Prefeito do DEM declara apoio a Dilma e ataca tucanos

Prefeito do DEM declara apoio a Dilma e ataca tucanos
07 de julho de 2010 | 21h 53

GUSTAVO PORTO - Agência Estado

O prefeito de Tanabi (SP), José Francisco de Mattos Neto, do DEM, roubou a cena hoje no jantar de empresários e políticos em apoio à candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff. Além de declarar o apoio à candidata, o prefeito fez duras críticas aos governos tucanos no Estado de São Paulo. "São duas décadas de desmonte do Estado e de sucateamento do serviço público", disse Mattos Neto. Segundo ele, Dilma é a mais preparada para a Presidência e os servidores públicos estão mobilizados para eleger o senador Aloizio Mercadante governador paulista.

O prefeito afirmou ainda, sem citar o seu partido, que a atual direita vai acabar no País e que vai haver uma nova direita "que escreve Brasil com ''s'' e que sabe negociar".

Dilma chegou por volta das 20h45 a um bufê de São José do Rio Preto, acompanhada de Mercadante e de Marta Suplicy, candidata do PT ao Senado. Um pouco mais tarde, chegou Netinho de Paula, candidato a senador pelo PCdoB.

Na mesa da candidata do PT, sentaram-se alguns empresários, entre eles os usineiros Luciano Sanches, do Grupo Cerradinho, e Hermelindo Ruete de Oliveira, do Grupo Virgolino de Oliveira.

Fonte: http://www.estadao.com.br/noticias/nacional,prefeito-do-dem-declara-apoio-a-dilma-e-ataca-tucanos,578006,0.htm

quarta-feira, 7 de julho de 2010

BLOG DA DILMA: Caminhada com Dilma em São Paulo reúne multidão

BLOG DA DILMA: Caminhada com Dilma em São Paulo reúne multidão: "Olhem a Praça da Sé pouco menos de uma hora atrás. Muita gente mesmo, que saiu em caminhada desde a Praça do Patriarca, centro d..."

Efeito ficha limpa - DEMOCRATAS NA BERLINDA

06/07/2010 - 06h05

Efeito ficha limpa

“O DEM só preserva seu discurso (ainda assim, não pode dizer que o autor da lei é Índio da Costa) se negar a candidatura a Heráclito, mesmo com a liminar por ele obtida”

Antes de mais nada, um parênteses. O projeto ficha limpa foi uma iniciativa da sociedade civil, à qual a classe política resistiu o quanto pôde. Quem acompanhou a sua tramitação, sabe muito bem que a lei só foi aprovada pela pressão organizada conseguida pelos seus patrocinadores, que entregaram ao Congresso um abaixo-assinado com mais de dois milhões de assinaturas de apoio. Ainda que alguns políticos tenham se engajado à campanha, eles foram, sempre, coadjuvantes numa tarefa encabeçada todo o seu tempo pela sociedade civil organizada.

Assim, parece um bocado complicado algum político querer tirar dividendo eleitoral disso. Difícil acreditar que a presença do deputado Índio da Costa (DEM-RJ) ao lado de José Serra, do PSDB, vá fazer com que o eleitor confira à chapa uma identificação maior com o ficha limpa. Índio da Costa foi o relator do projeto na comissão especial da Câmara. Mas o texto que foi finalmente aprovado recebeu alterações feitas pelo deputado paulista José Eduardo Cardozo na Comissão de Constituição e Justiça. E Cardozo é do PT, ligado a Dilma. Mas nenhum dos dois, por honestidade, pode ser considerado autor de coisa alguma. O projeto é de autoria da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) e das demais instituições que o apresentaram e colheram assinaturas de apoio. É um projeto de iniciativa popular.

Para enfraquecer ainda mais a estratégia da chapa tucano-demista, o senador Heráclito Fortes (DEM-PI) foi o primeiro a pedir e obter liminar da Justiça para concorrer apesar do ficha limpa. Com uma condenação, conseguiu do ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal, liminar para concorrer. Não vale aqui analisar se Heráclito tem razão ou não na sua presunção de inocência – até porque qualquer político condenado vai dizer sempre que é inocente. O problema é que se o DEM aprova a lei ficha limpa tem de aprová-la para todos. Não pode querer que a lei valha, digamos, para um petista, mas preserve os seus caciques. A iniciativa de Heráclito joga por terra o discurso demista, que chegou a dizer que se pautaria pelo ficha limpa mesmo se a lei não fosse aprovada. O DEM só preserva seu discurso (ainda assim, não pode dizer que o autor da lei é Índio da Costa) se negar a candidatura a Heráclito, mesmo com a liminar por ele obtida.

O caso de Heráclito, porém, enseja uma outra avaliação, feita pelo presidente da Associação dos Magistrados Eleitorais, Marlon Reis. A possibilidade de obtenção na Justiça de uma liminar que suspendesse o efeito do ficha limpa é prevista na própria lei. Esperava-se, assim, uma enxurrada de pedidos como o de Heráclito. Tal fato, porém, não se verificou. “Hoje (ontem, 5), é o prazo final para o registro das candidaturas. Os políticos com problemas precisavam obter suas liminares antes do final desse prazo, e anexá-las ao pedido de registro”, explica Marlon. “A verdade é que não houve a enxurrada de pedidos. Foram muito poucos”, continua. No STF e no TSE, até a noite de ontem (5), quando esta coluna foi escrita, foram 12 pedidos: dois, incluindo o de Heráclito, foram concedidos, três foram negados pelo ministro Ayres Brito, no STF, e sete por Ricardo Lewandowski, no TSE.

Isso pode querer dizer duas coisas: ou os políticos estão ignorando o que diz a lei e vão pagar para ver ou já desistiram e enfiaram suas violas no saco. O mais provável é que haja um misto das duas situações. Os que forem pagar para ver provavelmente pagarão altas contas de advogados. Terão suas candidaturas impugnadas por procuradores eleitorais, irão recorrer, e tentar levar a pendenga adiante. Outros já viram que tal querela não vai adiantar. Márlon aponta, por exemplo, o caso de Anthony Garotinho, que desistiu de uma candidatura ao governo pelo PR, na qual tinha chances, para ficar apenas com uma candidatura a deputado federal. Para o juiz, trata-se de optar pelo desgaste menor. O impacto de ver mais adiante uma candidatura a deputado federal impugnada é bem menor do que seria no caso de uma candidatura a governador, com chances. Garotinho não chegou a desistir de vez, mas já tratou de amenizar os efeitos da bastante provável impugnação da sua candidatura. “A lei é para valer. Já está valendo”, confia Márlon Reis.

Fonte: http://congressoemfoco.uol.com.br/noticia.asp?cod_canal=14&cod_publicacao=33538

Governo já legalizou cerca de 400 mil microempresários informais

Após um ano de funcionamento, cerca de 400 mil pessoas fizeram cadastro no programa Microempreendedor Individual, lançado em 1º de julho de 2009 com o objetivo de legalizar quem trabalha por conta própria, segundo informou ontem o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. A meta é chegar ao final deste ano com 1 milhão de cadastrados.

De acordo com o ministério, entre as atividades com maior número de inscrições no programa estão comércio varejista de artigos do vestuário e acessórios (9,55%), cabeleireiros (7,27%) e lanchonetes, casas de chá, de sucos e similares (3,25%). Também estão na lista comércio de produtos alimentícios, como minimercados, mercearias e armazéns (3,24%), bares e outros estabelecimentos especializados em servir bebidas (3,18%), confecção sob medida de peças do vestuário (2,69%), entre outros segmentos.

O programa prevê a formalização dos pequenos empreendedores que faturam, no máximo, R$ 36 mil por ano e empregam até um funcionário que receba salário mínimo ou o piso da categoria. Para se cadastrar, o interessado não pode ter participação em outra empresa.

O ministério lembra que os cadastrados são enquadrados no Simples Nacional. Ficam isentos dos tributos federais (Imposto de Renda, PIS, Cofins, IPI e CSLL) e pagam o valor fixo mensal de R$ 57,10 (setores de comércio ou indústria) ou R$ 62,10 (setor de prestação de serviços). Esse dinheiro é destinado à Previdência Social e ao pagamento de ICMS ou ISS. Contribuições que permitem o acesso aos benefícios previdenciários, como auxílio-maternidade, auxílio-doença, aposentadoria, entre outros.

Outra vantagem apontada pelo ministério é que os pequenos empresários legalizados ainda têm direito a aquisições de bens e serviços oferecidos pelos governos, com dispensas de escrituração fiscal e contábil e de algumas vistorias prévias. Por lei, os escritórios de contabilidade optantes do Super Simples devem orientar gratuitamente os novos empreendedores a fazer a primeira declaração de Imposto de Renda. A formalização do empreendedor individual é feita somente pela internet, no Portal do Empreendedor.

Fonte: PT na Câmara

terça-feira, 6 de julho de 2010

FICHA LIMPA E O RANKING DA CORRUPÇÃO

Segundo o TSE o ranking da corrupção no Brasil foi o seguinte, medido pela quantidade de políticos cassados por corrupção desde 2000. Destacam-se no pódio dos campeões, com grande vantagem sobre os demais partidos, o DEM (1º), o PMDB (2º) e o PSDB (3º):

1º) DEM (69);

2º) PMDB (66);

3º) PSDB (58);

4º) PP (26);

5º) PTB (24);

6º) PDT (23);

7º) PR (17);

8º) PPS (14);

9º) PT (10);

10º) PV, PHS, PRONA e PRP ,empatados com (1).

A pergunta que se faz e que não quer calar é a seguinte:
Por que será que o vice do Serra quiz ser o relator da Lei do Ficha Limpa???????

Jornada de tolos no PSDB

Jornada de tolos no PSDB
qui , 1/7/2010

Paulo Moreira Leite

Geral Tags: dilma, eleição, PSDB, serra

A maioria dos observadores procura decifrar a escolha de Índio da Costa como vice de José Serra mas é preciso prestar atenção no principal. Quem saiu vencedor, após uma semana de crise tucana, foi a candidatura de Dilma Rousseff.

Explico. Álvaro Dias só foi parar na chapa de Serra porque se imaginou que seria capaz de fechar o eleitorado do Paraná a favor do PSDB. Pensava-se que ele poderia assegurar uma vantagem preciosa de 2 milhões de votos. Como se imaginava que o irmão Osmar Dias não só ficaria neutro, mas acabaria apoiando a chapa do irmão, calculava-se que a vantagem poderia chegar a 3 milhões de votos.

Deu tudo errado, como se sabe agora — menos para a candidata do PT. Dilma, que corria o risco de ficar com um aliado de segundo escalão no Paraná, agora terá o candidato que sempre quis. Desgastado pela condição de vice Porcina, que foi sem nunca ter sido, é dificil imaginar que o irmão Álvaro possa sair de casa para pedir votos para alguém — muito menos para o candidato presidencial que o tirou de casa para jogar no meio da chuva.

Enquanto isso, Serra acabou com um vice sem expressão nacional, que já foi desgastado por denúncias de uma vereadora tucana de desvio de verbas da merenda quando era secretário da prefeitura de César Maia, seu principal padrinho político…

Foi uma típica jornada de tolos, episódio clássico das lutas políticas francesas onde uma facção da nobreza travou uma guerra violenta que terminou por beneficiar seus adversários.

Fonte: http://colunas.epoca.globo.com/paulomoreiraleite/2010/07/01/jornada-de-tolos-no-psdb/?utm_source=feedburner&utm_medium=email&utm_campaign=Feed%3A+Epoca-VamosCombinar-PauloMoreiraLeite+%28%C3%89POCA+-+Vamos+Combinar%29

A natureza política do caos na campanha de Serra

Os problemas envolvendo a composição da chapa de José Serra não se resumem à biografia política do deputado Índio da Costa. Não se trata exatamente de ausência de programa. Serra e o PSDB têm um programa político e ele pode ser visto na maneira como governam estados como São Paulo, Rio Grande do Sul e Minas Gerais. No entanto, diante do êxito das políticas do governo Lula, interna e externamente, e da comparação com o que foi feito no governo FHC, Serra ficou sem espaço. A necessidade de esconder a agenda do PSDB e de inventar um discurso é uma das causas políticas reais das incríveis confusões da candidatura tucana.

Editorial - Carta Maior

Do jeito que a coisa vai, a candidatura de José Serra (PSDB) à presidência da República não precisa de adversários. O fogo amigo, as indecisões e trapalhadas que se avolumaram nos últimos dias estão atingindo a fronteira do surreal. O episódio da escolha do vice na chapa de Serra já ingressou nas páginas do anedotário da política nacional. Quem achava que já tinha visto tudo com as reações iradas de aliados de Serra contra a escolha de Álvaro Dias (PSDB-PR) deve ter ficado sem ar nesta quarta-feira com o anúncio de que o deputado paranaense não seria mais o candidato a vice, mas sim o deputado Índio da Costa (DEM-RJ). Quem? – foi uma pergunta muito repetida logo após o anúncio do nome. Logo começaram a surgir informações sobre o vice de Serra.

E, nova surpresa, as mais duras críticas vieram da vereadora Andréa Gouvêa Vieira (PSDB-RJ), que detonou a indicação do deputado do DEM para a chapa presidencial de Serra. Ex-colega de Índio da Costa na Câmara Municipal do Rio de Janeiro, Andréa Gouvêa resumiu: escolheram um “ficha suja” para ser vice de Serra. A vereadora foi relatora de uma CPI na Câmara do Rio que investigou irregularidades nos contratos de merenda escolar na cidade na época em que Índio ocupou a Secretaria de Administração (2001-2006). No relatório da CPI, Andréa Gouvêa apontou indícios de formação de cartel e de direcionamento de licitação e pediu a quebra do sigilo fiscal dos envolvidos ao Ministério Público Estadual. “O que eu penso do candidato Índio da Costa está refletido neste relatório da CPI. Houve direcionamento no resultado da merenda escolar. A conduta dele não é uma conduta de Ficha Limpa”.

Mas os problemas envolvendo a composição da chapa de José Serra não se resumem à biografia política do deputado Índio da Costa. A lambança ocorrida nos últimos dias foi mais um capítulo na acidentada trajetória do candidato que afirma ter se preparado a vida inteira para ser presidente da República. A julgar pelos últimos acontecimentos envolvendo sua campanha, essa preparação parece estar repleta de lacunas. Não é só o fato de que Serra tenha declarado publicamente que desejava ter ao seu lado na chapa o governador de Minas Gerais, Aécio Neves (PSDB), e, após uma indicação atropelada de Álvaro Dias, rechaçada pelo DEM, tenha se contentado com o nome de um deputado desconhecido no cenário nacional e contestado no cenário estadual do Rio. A questão mais importante aqui não reside nos nomes, mas sim no método de escolha de um nome para o segundo cargo político mais importante do país e na qualidade da articulação política. E tanto o método quanto a qualidade da articulação foram marcados pela falta de preparo, pela truculência e pelo desrespeito aos próprios aliados. Essas não são exatamente virtudes de alguém que se preparou a vida inteira para a presidência da República.

É sintomático que algumas das declarações mais duras dirigidas ao ex-governador paulista tenham partido de aliados seus. “O poder do Serra de desorganizar as coisas é fora do comum. O Álvaro Dias não acrescenta nada e desagrega muito”, escreveu o deputado federal Ronaldo Caiado (DEM-GO) no twitter, logo após ter ficado sabendo, pela imprensa, da indicação de Dias para ser vice de Serra. “O DEM não poderia saber da indicação do vice pela imprensa. Que tipo de parceria é esta?”, acrescentou o deputado Felipe Maia (DEM-RN). Fiel ao seu estilo,o ex-deputado e presidente do PTB, Roberto Jefferson, respondeu, também pelo twitter: “O DEM é uma merda”. Em meio a esse tiroteio, a campanha de Serra sofreu outro revés. No dia 30 de junho, o Partido Social Cristão (PSC) rompeu o acordo que havi feito com o PSDB e anunciou o apoio formal à candidatura da petista Dilma Rousseff á presidência da República. A direção do PSC apontou duas razões para a mudança: a posição da maioria dos deputados pró-Dilma e o fato de que o nome do partido ofertado para ser vice de Serra, o senador Mão Santa, sequer ter sido levado em consideração pelo candidato.

A truculência apontada pelos próprios aliados do PSDB na condução da campanha de Serra talvez não seja meramente um traço de personalidade individual e/ou institucional. A fulanização e a cultura do espetáculo e da fofoca que caracterizam boa parte da cobertura política na imprensa brasileira ocultam um fato que teima em ficar aparecendo: há algo chamado programa ou agenda política envolvido em uma campanha eleitoral. No caso da eleição presidencial brasileira, há, em linhas gerais, dois projetos em disputa. O projeto do atual governo, que conta com mais de 75% de aprovação popular, segundo as últimas pesquisas. E o projeto da oposição capitaneada pelo PSDB que representa o retorno ao projeto implementado durante os dois governos FHC. O desempenho presente do atual governo e as comparações com os números daquele período são amplamente desfavoráveis ao candidato Serra, razão pela qual ele procura fugir dessa recordação. Mas, ao fazer isso, o tucano e seus aliados ficam sem referência programática visível. Essa ausência ajuda a explicar um pouco o caos que marcou a campanha serrista nos últimos dias.

Não se trata exatamente de ausência de programa. Serra e o PSDB têm um programa político e ele pode ser visto na maneira como governam estados como São Paulo, Rio Grande do Sul e Minas Gerais. Serra e o PSDB têm uma visão de política externa e ela pode ser vista nas declarações do candidato contra o Mercosul, contra a Bolívia e em defesa da retomada da idéia da ALCA (Área de Livre Comércio das Américas) com os Estados Unidos. O discurso do PSDB propondo o corte de gastos públicos também aponta para uma agenda que é aquela que vem sendo imposta agora pelo FMI a diversos países europeus. No entanto, diante do êxito das políticas do governo Lula, interna e externamente, não há espaço político para que Serra defenda essas idéias de claro e transparente. Essa é uma das causas políticas reais das incríveis dificuldades políticas da candidatura tucana. Falta espaço de debate político, sobra truculência e desencontro.

Esse cenário, obviamente, favorece a candidatura de Dilma Rousseff, que já ultrapassou Serra nas pesquisas e abriu uma vantagem de cinco pontos. A principal vantagem de Dilma, na verdade, é a existência de um programa ancorado em políticas que vem sendo implementadas (e aprovadas) pela população. Do outro lado, o que Serra está oferecendo? Até aqui a promessa de que se preparou a vida inteira para ser presidente e uma sucessão de trapalhadas na condução da própria campanha. Considerando esse contexto, a candidatura Dilma parece ter dois potenciais adversários principais: a soberba, acreditar que a eleição já está ganha e passar a cometer erros em função disso; uma possível truculência do campo adversário que, diante deste quadro desfavorável e do desejo expresso do candidato (“Agora, trata-se, sobretudo, de vencer”, repete Serra), pode partir para o vale-tudo, deixando definitivamente a política de lado.

Fonte: http://www.cartamaior.com.br/templates/materiaMostrar.cfm?materia_id=16758&boletim_id=724&componente_id=12145

Caminhoneiros sofrem com pedágios paulistas

A vereadora tucana Andrea Gouvêa Vieira, inconformada com a indicação de Indio da Costa para vice, pedirá licença e viajará

Publicada em 30/06/2010 às 23h15m









Chico Otávio

Andrea: essa merenda cheira mal

RIO - José Serra perderá uma aliada no Rio. A vereadora tucana Andrea Gouvêa Vieira disse que pedirá licença e viajará, inconformada com a indicação de Indio da Costa para vice. Andrea foi relatora da CPI que investigou fraudes na merenda escolar quando Indio era secretário municipal do Rio, em 2005.

A senhora poderia resumir a conclusão da CPI da Merenda?

ANDREA GOUVÊA VIEIRA: Houve um direcionamento claro. Na licitação para a compra de gêneros alimentícios para a merenda, a cidade foi dividida em nove áreas (2005). Ganhava cada área aquele que oferecesse mais desconto nos 49 produtos básicos. A Comercial Milano ficou com quase tudo. Acertou todas as suas apostas. Como ela poderia saber que descontos os outros concorrentes ofereceram?

A CPI desconfiou de algum tipo de informação privilegiada?

ANDREA: A empresa sabia até as áreas onde ninguém apresentou propostas. Isso só foi possível porque ela teve acesso prévio às ofertas dos concorrentes.

Existiu envolvimento de Indio da Costa, então secretário municipal de Administração?

ANDREA: Foi uma ação entre amigos.

Como vereadora, como a senhora avalia a gestão de Indio da Costa na secretaria?

ANDREA: Quando ele foi secretário de Administração, não havia pregão presencial e muito menos o eletrônico. Só depois da CPI, passaram a tomar esse cuidado.

E agora, irá apoiá-lo?

ANDREA: Se eu já tinha dificuldade com a candidatura do Cesar Maia, a situação agora ficou esdrúxula. Como o ex-prefeito é candidato ao Senado, não preciso pedir voto ou mesmo votar nele. Mas com o Indio como vice de Serra, é diferente. Não dá para separar o voto. Prefiro, então, pedir licença e viajar.

A indicação de Indio para vice foi uma surpresa entre os aliados do Rio?

ANDREA: O problema é o Serra não consultar. Márcio Fortes e Luiz Paulo Correa da Rocha estão pasmos. Foi um golpe de mestre do Rodrigo Maia. Como ele concorrerá a deputado disputando mais ou menos o mesmo voto do Indio, conseguiu tirá-lo do seu caminho ao empurrá-lo para Serra, que cedeu por estar exausto.

Serra escolheu mal?

ANDREA: Péssimo. A gente desconfia de quem põe uma faixa e sai por ai dizendo que é ficha limpa. Já pensou

http://oglobo.globo.com/pais/mat/2010/06/30/a-vereadora-tucana-andrea-gouvea-vieira-inconformada-com-indicacao-de-indio-da-costa-para-vice-pedira-licenca-viajara-917032555.asp

Em sete anos, mais jovens negros entraram nas universidades do que nos últimos 20 anos

O governo Lula implantou o sistema de cotas para negros e pardos nas universidades federais brasileiras em 2004, na Universidade de Brasília (UnB). Na época, menos de 2% do percentual de estudantes universitários brasileiros eram negros, apesar de representarem mais de 46% da população brasileira. Hoje, já são quase um milhão de estudantes negros em cursos superiores e 17 universidades federais mantém sistema de acesso por meio de cotas.

Pesquisa realizada pelo Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia (INCT) indica que, durante os últimos sete anos, mais jovens negros ingressaram em universidades públicas do que nos vinte anos anteriores. Para o militante do movimento negro, Paulo Ramos, “as oportunidades para a juventude negra foram ampliadas durante o governo Lula em função das políticas sociais”.

Em encontro com negros e negras do PT, em Brasília, a candidata do PT, Dilma Rousseff, defendeu a manutenção das políticas afirmativas e de cotas. Segundo ela, nos últimos anos o governo teve grandes avanços nesse campo, mas é preciso fazer mais. “O que nos une é o compromisso de que vamos continuar fazendo políticas afirmativas e de cotas, queiram eles ou não queiram”, afirmou Dilma.

Cotas no ProUni - Só no ano passado, com a política de cotas e com o Programa Universidade para Todos (ProUni), aumentou em quase 50 mil o número de alunos negros nas universidades brasileiras. No primeiro semestre de 2009, houve um acréscimo de 5% no número de estudantes negros nas instituições de ensino superior.

Em sua primeira edição, no ano de 2004, o ProUni foi o principal responsável pela inserção maciça dos afrodescendentes, ao oferecer 46 mil bolsas de estudo para o sistema de cotas, o que significou 41,5% das 112 mil vagas disponibilizadas pelo programa.

O ex-diretor do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), Carlos Henrique Araújo, defende o sistema de cotas, tanto nas universidades públicas, quanto nas universidades privadas, por meio de isenção fiscal. “O fenômeno de exclusão educacional atinge de maneira muito mais forte o aluno negro. A peneira é fechada para todos e muito mais fechada e seletiva para os alunos negros", revela o diretor.

Fonte: PT na Câmara

segunda-feira, 5 de julho de 2010

A realidade das palavras

“É preciso um constante exercício de autoconsciência político-histórica para não se deixar levar – principalmente não se deixar levar a escrever – pelo ideologês que ressoa neste mundo, citando Saramago, ‘de injustiça globalizada’”

Em artigo recente, o jornalista Robert Fisk do The Independent comenta: “No contexto Ocidental, a relação entre poder e mídia diz respeito a palavras – é sobre o uso de palavras. É sobre semântica (sobre o significado das palavras). É sobre o emprego de frases e suas origens. É sobre o mau uso da História e sobre nossa ignorância da História. Mais e mais, hoje em dia, nós jornalistas nos tornamos prisioneiros da linguagem do poder. É por isso que atualmente os editoriais dos jornais soam como se fossem discursos políticos.”

Trocando em miúdos: a ideologia vigente, neoliberal e multiculturalista, atualiza vertiginosamente palavras, sentenças, segundo a segundo, minuto a minuto, atribuindo-lhes novos significados com que nomeia a sempiterna realidade histórica. Conseqüentemente, o que chega até nós através da mídia não é a realidade em si, mas apenas a realidade das palavras. Razão pela qual é preciso um constante exercício de autoconsciência político-histórica para não se deixar levar – principalmente não se deixar levar a escrever – pelo ideologês que ressoa neste mundo, citando Saramago, “de injustiça globalizada”.

Exemplo pontual de tudo isso é o discurso de Serra, sobretudo, o discurso de Serra que os jornalões publicam acriticamente, passam liso, sem comentários, quando não elogiam com fervor seja lá o que for. Sabatinado esta semana pela FSP, Serra diz absurdos como “estou curiosíssimo para saber quem será meu vice” (who???????????) ou “quem ataca minha candidatura é terrorista” ou “a questão das privatizações ainda não está fechada” (para quem, para quê e em que sentido, cara pálida?). Já na área internacional, a grande vedete de Serra é a Bolívia – salvo o Irã, parece ser o segundo país do mundo capaz de absorvê-lo totalmente. Tais petardos verbais, um mix de truculência, meias verdades, asneiras, frases sem sentido e ameaças, na linguagem bélica correspondem a “contra-medidas”, às quais Serra recorre para fugir da abordagem direta dos fatos principais. E esse é todo o problema dos sem-discurso, modelito FHC.

Aliás, Serra quer repetir no Brasil inteiro o que fez na saúde pública em Sampa: mulheres pobres obrigadas a fazer parto sem anestesia; crianças sem imunização por falta de vacinas; doentes graves esperando seis meses na fila por um cateterismo, mas também para procedimentos de máxima urgência, como hemodiálise e quimioterapia – eis algumas constatações do quadro alarmante vivido pela saúde pública no estado de São Paulo. Segundo a Carta Maior, os dados são de uma pesquisa encomendada pelo próprio governo tucano junto a 350 mil usuários do sistema único de saúde no Estado. O resultado devastador foi mantido em sigilo pela gestão Serra por três meses, até que a blindagem acabou sendo furada pelo UOL, que divulgou os resultados desse trabalho no mesmo momento em que o candidato demotucano se auto-elogiava na sabatina da Folha.

Mas, e se Serra ganhasse, o que ele faria? No blog do Emir Sader, um engraçadíssimo exercício de ficção político-cientifica, que repasso aos leitores. Confiram:

“- Tiraria o Brasil do Mercosul;
- Assinaria um Tratado de Livre Comércio com os EUA;
- Tiraria o Brasil do Banco do Sul;
- Baixaria totalmente o perfil do Brasil na Unasul, no Conselho Sulamericano de Defesa na Comunidade dos Paises da América Latina e do Caribe;
- Promoveria uma aproximação privilegiada do Brasil com o México, a Colômbia, o Peru e o Chile;
- Tiraria o Brasil dos Brics;
- Nomearia Celso Lafer para o Ministério de Relações Exteriores e Rubem Barbosa para embaixador nos EUA;
- Paulo Renato, para reiniciar a privataria na Educação;
- Katia Abreu, para levar adiante a modernização da agricultura brasileira;
- Privatizaria a Caixa Econômica Federal, a Petrobrás e o Banco do Brasil;
- Colocaria um oficial da PM paulista para dirigir o Ministério da Segurança;
- FHC como Embaixador em Paris;
- E Gabeira em Roma;
- Romperia relações com o Irã, a Bolívia e a Venezuela;
- Compraria assinaturas da Veja para todas as repartições publicas e instituições federais;
- Nomearia Arnaldo Jabor para o Ministério de Comunicações;
- Artur Virgilio para dirigir a Zona Franca de Manaus;
- E Diogo Mainardi para cônsul em Veneza”.

Eis como se articula esta operação ideológica: começa com a “realidade das palavras” e se conclui com o pesadelo dos fatos.

Fonte: http://congressoemfoco.uol.com.br/noticia.asp?cod_canal=14&cod_publicacao=33419

sábado, 3 de julho de 2010

"Vou fazer em São Paulo o que Lula fez pelo Brasil", diz Mercadante, can...

Parte 7 - Discurso Mercadante na convenção estadual

Parte 6 - Discurso Mercadante na convenção estadual

Parte 5 - Discurso Mercadante na convenção estadual

Parte 4 - Discurso Mercadante na convenção estadual

Parte 3 - Discurso Mercadante na convenção estadual

Parte 2 - Discurso Mercadante na convenção estadual

Parte 1 - Discurso Mercadante na convenção estadual

A certeza de que venceremos

Publicado em 02-Jul-2010
Não está visível a olho nu, o principal e mais importante...

Não está visível a olho nu, o principal e mais importante dado trazido por essa pesquisa Datafolha de hoje. Mas, o fato é que ela é a prova cabal e precisa de que mesmo com todo o massacre representado pela propaganda política - e da candidatura mesmo - promovido pela oposição nas inserções partidárias no rádio e na TV e pagas pelo contribuinte de São Paulo, seu candidato a presidente José Serra (PSDB-DEM-PPS) continua a caminho da derrota.

Como mostra a pesquisa, ele já está atrás na espontânea, acumula mais rejeição e continua se encaminhando para perder no 2º turno para nossa candidata Dilma Rousseff (governo-PT-partidos aliados). Pior, é que a Folha escondeu a ascensão de Dilma nesse último quesito. Embora noticie a pesquisa em três páginas (A4, A6 e A7), o jornal dedica somente um parágrafo de apenas seis linhas, escondido no meio de todo o material, para dizer que, também por essa sua sondagem eleitoral, Dilma está prestes a ultrapassar Serra. Se o 2º turno fosse agora Serra teria 47% e Dilma 45%, portanto, empatados dentro da margem de erro.

Por fim, outro dado de extrema importância embutido nessa pesquisa e que a Folha caprichou em dar com a máxima discrição: a maioria dos eleitores já considera que Dilma será a próxima presidente do Brasil - 43% acreditam que será ela, contra 33% que apostam que será Serra. Para comprovar o quanto essa maioria está certa em suas previsões, basta olharmos para os nossos palanques estaduais e para o arco de alianças nos quais temos uma superioridade extraordinária sobre Serra.

Já os dele, ao contrário, refletem nitidamente a fraqueza dos palanques e coligação de sustentação à sua candidatura, a trapalhada do vice, e a crise interna do PSDB e de sua aliança em São Paulo, o Estado-sede da mais importante secção do PSDB no Brasil. Isso sem falar nas pesquisas Vox Populi desta semana e IBOPE da semana passada que dão Dilma na frente - em ambas ela está com 40% da preferência do eleitorado e Serra com 35%.

Por tudo isso sabemos que somos favoritos. Assim, o que temos que fazer é campanha - bem feita, bonita, confiante, com garra. Em tudo isso nossa militância é mestra. Então, agora é ir para a rua com a certeza de que venceremos.

Fonte:http://www.zedirceu.com.br/index.php?option=com_content&task=blogcategory&id=1&Itemid=2

Outra pesquisa “conveniente” do Datafolha

Reproduzo artigo de Luiz Carlos Azenha, publicado no blog Viomundo:

A mais recente pesquisa Datafolha parece tão fora da curva quanto aquela anterior, que acompanhou o lançamento oficial da candidatura de José Serra. Então, graças a um repentino aumento da preferência entre eleitores do Sul, José Serra “abriu” vantagem de nove pontos sobre Dilma Rousseff.

Desta vez, quando três outros institutos registraram o avanço e a liderança de Dilma, o Datafolha produziu um empate técnico (Serra teria 39%, Dilma 38%) sem que houvesse uma justificativa factível para essa repentina mudança de rumo. Curiosamente, mais uma vez o crescimento de Serra se baseia num aumento da preferência de eleitores sulistas (no Sul, de acordo com o Datafolha, Serra passou de 38% a 50%). Será que os sulistas são mais suscetíveis à propaganda eleitoral do PSDB na TV?

Sabemos que existem diferenças de método entre os diversos institutos de pesquisa, que podem responder pelas diferenças entre Vox Populi, Sensus, Ibope e Datafolha. Sabemos, no entanto, que as pesquisas refletem tendências gerais do eleitorado e nada aconteceu nas últimas semanas que justifique uma reversão repentina das curvas de Serra e Dilma.

De qualquer forma, alguns detalhes me chamaram a atenção:

– Um dia antes da divulgação da pesquisa, já circulavam na internet as justificativas do PSDB para a repentina mudança no quadro eleitoral, como eu mesmo reproduzi, a partir do R7;

– O tracking do PSDB (levantamento diário feito a partir de pesquisa telefônico) não é confirmado pelo tracking do PT, pelo contrário, os números internos da campanha de Dilma apontam aumento na diferença entre os dois candidatos, com vantagem crescente da ex-ministra;

– Os números da Folha vieram acompanhados de “análises” que tem algo em comum: a sustenção do argumento conveniente para a campanha de Serra na atual conjuntura, aquele de que a campanha vai começar oficialmente com os dois candidatos zerados, empatados;

– Na mesma página que traz os resultados da pesquisa, uma coluna da Folha atribui o resultado, em parte, à decisão de Dilma Rousseff de evitar “alguns debates e sabatinas”. Em junho, 30% dos entrevistados disseram ter visto alguma entrevista com Serra; 25% disseram o mesmo em relação a Dilma. Isso não prova nada. E se o eleitor viu mais o Serra e não gostou? O que a coluna da Folha omite é que Dilma não aceitou o convite para participar de uma sabatina da Folha. Em outras palavras, o jornal está tentando dizer, sem dizê-lo, que Dilma perdeu votos ao não aceitar o convite do jornal. Como seria muito patético dizer isso abertamente, o jornal apenas sugere essa possibilidade.

Fonte: http://altamiroborges.blogspot.com/2010/07/outra-pesquisa-conveniente-do-datafolha.html

42 prefeitos do bloco de Serra aderem a Dilma em SP

42 prefeitos do bloco de Serra aderem a Dilma em SP

Nesta quinta (1º), enquanto Serra admitia o adultério em Brasília –desde que seja “coisa discreta”— 42 prefeitos o traíam em São Paulo. Indiscretamente.

Deu-se num ato realizado na cidade de Campinas. Recebeu o apelido de “Movimento Pluripartidário Pró Dilma Rousseff”.

Presente, a rival de Serra viu reunirem-se à sua volta 117 prefeitos paulistas. Entre eles os 42 silvérios de Serra: 25 do PSDB, nove do DEM e oito do PPS.

O PT de Dilma e o PMDB do vice Michel Temer arrastaram para o encontro 22 prefeitos cada um –três a menos que o contingente do PSDB.

Serra não foi o único apunhalado do dia. Aderiram também a Dilma oito prefeitos filiados ao PV da presidenciável Marina Silva.

Pelas contas do tucanato, Serra não prevalecerá sobre Dilma se não abrir sobre ela uma gorda vantagem nas urnas de São Paulo. Fala-se em 4 milhões de votos.

De saída, convém a Serra vigiar os pseudoaliados e refinar os chistes. Ao fazer piada sobre amantes, brinca de corda em casa de enforcado, como se diz.

Escrito por Josias de Souza às 22h23

Fonte:http://josiasdesouza.folha.blog.uol.com.br/

sexta-feira, 2 de julho de 2010

Ultraje a Rigor - Eu Gosto de Mulher (Clipe)

"Eu Gosto de Mulher": PSDB quer proibir música da banda Ultraje a Rigor


(01.07.10)

Com o início da disputa presidencial, qualquer indício de propaganda, assim julgada por algum partido político, é motivo de questionamento.

Foi assim com a Rede Globo com as comemorações dos 45 anos da emissora, segundo alguns membros do Partido os Trabalhadores estava fazendo progapanda para José Serra em referência ao número do partido e está sendo assim com a música do grupo Ultraje a Rigor.

De acordo com representantes do PSDB, a música Eu Gosto de Mulher, que fez sucesso no fnal dos anos 80, estaria fazendo alusão à candidata do PT, Dilma Roussef.

Desta maneira, eles entraram com um pedido de proibição junto ao TSE, durante o período de campanha eleitoral, da música que tem como citação Mulher dona de casa, mulher pra presidente.

O partido crê que a canção caracteriza propaganda da candidata do PT e pede que ela não toque nas rádios brasileiras no período da disputa. "É um absurdo, temos que ficar de olho neste tipo de propaganda discreta" - disse Sérgio Guerra, presidente do PSDB - "é preciso ter atenção, pois detalhes como este ficam na mente do eleitor e influenciam no momento do voto", completou em tom repreendedor. As informações são do saite Bonde, editado pelo jornal paranaense Folha de Londrina.

Caso não consiga vetar a reprodução da música nas rádios, o partido pretende sugerir a substituição da frase por outra que não faça apologia a nenhum candidato - ou candidata - que dispute as eleições deste ano.

O PT se manifestou dizendo que não tem nenhuma ligação com a banda e em nota à imprensa disse que tudo não passa de "uma feliz coincidência".

A banda, por sua vez, diz não ter sido contactada por nenhum partido político.

A música - que já fazia relativo sucesso - está desde ontem no Youtube. Veja as imagens e ouça o áudio.

Por que Ultraje a Rigor?

Da redação do
Espaço Vital

O grupo paulista de rock foi formado no final de 1980, inicialmente como uma banda de ´covers´, principalmente Beatles, rock dos anos 60, punk e new wave. Depois de algumas formações provisórias, Roger, Leôspa, Sílvio e Edgard - os criadores do grupo - começaram a se apresentar em festas e barzinhos.

Em 1982, ainda sem um nome fixo, decidiram por Ultraje a Rigor, já que nunca eram muito fiéis às versões originais dos ´covers´ que faziam, frequentemente avacalhados ou distorcidos. O nome Ultraje a Rigor foi escolhido meio por acaso.

Roger e Leôspa estavam tentando achar um nome durante uma festa em que se apresentavam. Roger sugeriu Ultraje, mas achava punk demais para a época. Roger então perguntou a Edgard, que chegou no meio da conversa, o que ele achava. Edgard, sem entender direito a pergunta, disse: "Que traje? O traje a rigor?" Eles adoraram e adotaram então este nome.

A letra de "Eu Gosto De Mulher"

Composição: Roger Rocha Moreira

Vou te contar o que me faz andar
Se não é por mulher não saio nem do lugar
Eu já não tento nem disfarçar
Que tudo que eu me meto é só pra impressionar

Mulher de corpo inteiro
Não fosse por mulher eu nem era roqueiro
Mulher que se atrasa, mulher que vai na frente
Mulher dona-de-casa, mulher pra presidente

Mulher de qualquer jeito
Você sabe que eu adoro um peito
Peito pra dar de mamar
E peito só pra enfeitar

Mulher faz bem pra vista
Tanto faz se ela é machista ou se é feminista
Cê pode achar que é um pouco de exagero
Mas eu sei lá, nem quero saber,
eu gosto de mulher, eu gosto de mulher
eu gosto de mulher

Ooo ooo ooo oo
Eu gosto é de mulher!
Ooo ooo ooo oo
Eu gosto é de mulher!
Ooo ooo ooo oo
Eu gosto é de mulher!
Ooo ooo ooo oo
Eu gosto é de mulher!
Ooo ooo ooo oo
Eu gosto é de mulher!

Nem quero que você me leve a mal
Eu sei que hoje em dia isso nem é normal

Eu sou assim meio atrasadão
Conservador, reacionário e caretão

Pra quê ser diferente
Se eu fico sem mulher eu fico até doente
Mulher que lava roupa, mulher que guia carro
Mulher que tira a roupa, mulher pra tirar sarro

Mulher eu já provei
Eu sei que é bom demais, agora o resto eu não sei
Sei que eu não vou mudar
Sei que eu não vou nem tentar

Desculpe esse meu defeito
Eu juro que não é bem preconceito
Eu tenho amigo homem, eu tenho amigo gay
Olha eu sei lá, eu sei que eu não sei,
Eu gosto é de mulher Eu gosto é de mulher

[Refrão]

Eu adoro mulher!
Eu não durmo sem mulher!

Fonte: http://www.espacovital.com.br

quinta-feira, 1 de julho de 2010

Serra sobre o adultério: ‘Tem que ser coisa discreta’

Sérgio Lima/Folha


Numa sabatina na Confederação Nacional da Agricultura, José Serra revelou-se um sujeito liberal nos costumes.

Em essência, disse que ao homem é permitida a amante. Desde que a pulada de cerca seja bem escondidinha.

Serra discorria sobre seu novo vice, Índio da Costa (DEM-RJ). Relatou um telefonema que trocara com o deputado na véspera.

Disse que, a certa altura, Índio, como que interessado em tranquilizá-lo, contou: “Não tenho amantes”.

E Serra: “Também não precisa exagerar. O que tem que ser é uma coisa discreta".

O presidenciável tucano tinha ao seu lado uma mulher, a senadora Kátia Abreu (DEM-TO), presidente da CNA. Tentou remendar o soneto:

“Não estou aqui pregando pular cerca no casamento, mas também não precisa exagerar".

Vivo, Nelson Rodrigues recordaria ao candidato o adultério é via de mão dupla.

“Não depende da mulher, e sim do marido”, diria o cronista. “O sujeito já nasce marido enganado. Só as mortas não traem”.

No mais, Nelson Rodrigues concordaria com Serra num ponto: “O marido não deve ser o último a saber. O marido não deve saber nunca”.

Para desassossego de Serra, a regra do sigilo não é aplicável aos matrimônios políticos.

Tentou ajeitar para si uma chapa consanquínea, só de tucanos. E o DEM, sentindo-se traído, impôs a troca do cacique tucano Álvaro Dias pelo seu Índio.

Rendido ao inevitável, Serra revela-se agora um parceiro fiel, muito fiel, fidelíssimo. Aproveitou a sabatina para defender o novo parceiro.

Lembrou, por exemplo, que, acomodado na vice, Índio passou a ser instantaneamente apontado como ex-genro do sem-banco Salvatore Cacciola, preso em Bangu 8.

Corrigiu o dado. Segundo disse, Índio é apenas um ex-namorado de uma filha do ex-dono do Banco Marka.

"Se ele tivesse encontrado o Cacciola há dez anos, num coquetel, eles diriam: 'Companheiro de festa de Cacciola'."

Serra foi o único presidenciável a dar as caras na CNA. Convidadas, Dilma Rousseff e Marina Silva preferiram se abster do debate, que teve de ser convertido em sabatina.

Estrela solitária, o tucano aproveitou para afagar o agronegócio e pôs-se a criticar o MST.

"A agropecuária tem sido uma galinha dos ovos de ouro do desenvolvimento brasileiro", disse aos ouvidos do setor.

"Nos últimos 40 anos, [a agropecuária] conseguiu multiplicar a produtividade da terra em cerca de três vezes, ou seja, 200%”.

Vergastou a rival Dilma Rousseff e o governo que ela representa. Há setores, disse ele, que se dizem socialistas e querem o retrocesso no campo.

Os restos mortais de Karl Marx, Serra acrescentou, devem estar tremendo no túmulo.

Mencionou os repasses monetários do governo para o MST. Insinuou que o movimento é tocado à base de uma dicotomia:

Para ele, o MST prega a revolução escorado nas arcas da Viúva. “Não quero reprimir, não. Só sou contra que usem dinheiro do governo para isso, não dá."

Alfinetou Lula: “Ao governo não compete dar dinheiro de forma disfarçada. Não adianta por o boné numa hora e na outra hora tira o boné e esconder na gaveta".

A julgar pelos conceitos que exprimiu, Serra enxerga no MST uma espécie de concubina de Lula. Do tipo amante argentina, dispendiosa.

No papel, Lula está casado com os interesses do contribuinte brasileiro. Na prática, esbanja um pedaço do orçamento familiar no custeio dos caprichos revolucionários do MST.

Fonte: http://josiasdesouza.folha.blog.uol.com.br/

Índio da Costa foi o principal alvo do relatório da CPI da Merenda



Relatório da CPI da Merenda, apresentado pela vereadora Andrea Gouvêa Vieira, concluiu que a licitação para a compra de alimentos para as escolas, entre 2005 e 2006, no valor de R$ 75.204.984,02, causou prejuízo aos cofres municipais. A licitação foi realizada pelas Secretarias Municipais de Administração e de Educação. O secretário de Administração era o atual deputado federal pelo DEM Índio da Costa. A CPI concluiu que Índio da Costa deveria ter cancelado a licitação devido a uma série de irregularidades. Um ano depois, o pregão presencial adotado pelo sucessor de Índio da Costa gerou uma economia de R$ 11 milhões na compra da merenda.

Leia abaixo, esta notícia com mais detalhes:

30/06/2010

A empresa Milano ganhou 99% do fornecimento da merenda. A licitação ocorreu num único dia e foi dividida 10 coordenadorias de educação (CREs). A empresa ofertou preços diferentes para o mesmo alimento. O preço do frango para Santa Cruz era 30% mais caro do que o frango que ia para as escolas de Campo Grande. Em Santa Cruz não havia concorrência... Como a empresa soube da falta de concorrentes é uma pergunta que permanece sem resposta... A prefeitura pagou à mesma empresa, pela mesma mercadoria, preços diferentes.

A CPI concluiu que Índio deveria ter cancelado a licitação, pois as regras do edital levaram a um resultado que contrariou o objetivo inicial, que seria o de atrair dezenas de pequenos comerciantes locais a fornecer para as escolas dos bairros. Assim, o fornecimento seria descentralizado e se chegaria ao melhor preço. Mas o que se deu foi justamente o oposto: as regras do edital de licitação provocaram a maior concentração de entrega de gêneros alimentícios na história da merenda escolar.

Durante a licitação, foram identificadas diversas irregularidades no registro das atas das reuniões de entrega, abertura e verificação de documentos. Chamou a atenção a Milano ter sido a única a ter acesso aos documentos das empresas concorrentes ainda durante o período em que a Comissão de Licitação analisava a documentação, no dia 23 de março de 2005, enquanto os pedidos de vista das demais só ocorreram após o dia 31 do mesmo mês, quando já havia sido anunciado o julgamento dos documentos.

Um ano depois, a Justiça obrigou a prefeitura a abrir o envelope de uma concorrente da Milano - a única que conseguiu liminar para que a Secretaria de Administração não destruísse sua proposta de preços. Se não tivesse sido desabilitada, esta outra empresa teria vencido a Milano em vários quesitos, com condições mais vantajosas para o Município.

A Prefeitura não conseguiu demonstrar como a Milano conseguiu um resultado tão favorável.

Houve apenas uma explicação dada por Índio da Costa e pelos diretores da Milano: que o acerto aconteceu em virtude do estudo das concorrências anteriores. Esta explicação levou a CPI a duas conclusões:

1- Se era possível antecipar resultados, houve falha nas regras do edital.

2- Se a Administração municipal aceitou pagar pelo mesmo produto preços diferentes, não cumpriu um dos preceitos da licitação, o do menor preço.


Estas duas conclusões deveriam ter levado a Secretaria de Administração a cancelar a licitação.

A CPI também concluiu que houve omissão, negligência e despreparo na fiscalização do contrato assinado com a Milano. A empresa entregou carne bovina e frango fora das condições exigidas.

Depoimentos de merendeiras e o relatório das visitas às escolas feito pelo Conselho de Alimentação Escolar (CAE), enviado à CPI, comprovaram a omissão da prefeitura que, apesar da reclamação das escolas, não exigiu o cumprimento do contrato.

O total de multas não passou de R$ 8.330,28, ao longo do ano, num contrato de R$ 75 milhões.

Documento em poder da CPI revelou que auditoria da Controladoria Geral do Município apontou a fragilidade no acompanhamento da execução do contrato. O documento propôs as ações para responsabilização civil e criminal dos infratores, os secretários de Administração e de Educação.

A CPI encaminhou o relatório ao Ministério Público Estadual, ao Ministério Público Federal, à Delegacia de Polícia Fazendária, ao Tribunal de Contas do Município e à Prefeitura do Rio.

Fonte: http://www.andreagouveavieira.com.br/

PT tem boas chances de ampliar bancada no Senado

Avaliação do Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap) mostra que o partido de Dilma Rousseff poderá conquistar até 13 vagas entre os novos senadores da próxima legislatura. PCdoB e PSB também deverão crescer


Marta Suplicy é um dos nomes fortes do PT para o Senado. Diap estima que o partido deverá aumentar bancada dos 11 atuais para 16 senadores

Lúcio Lambranho

O PT é o partido com maiores chances de aumentar sua bancada no Senado depois das eleições de outubro. Com 11 senadores atualmente, dos quais oito terminam o mandato em fevereiro de 2011, a legenda do presidente Lula e da candidata à Presidência da República Dilma Rousseff tem boas possibilidades de passar a contar com 16 senadores na próxima legislatura. A previsão faz parte de uma análise feita pelo diretor do Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap), Antônio Augusto de Queiroz.

Para o diretor do Diap, o PT tem chances altas de eleição de senadores em 12 estados (veja a lista dos candidatos em cada estado) e ainda de emplacar novamente o suplente amazonense João Pedro. Ele já ocupou a vaga, no lugar do senador Alfredo Nascimento, que agora, embora tenha mandato até 2015, tem chances de se eleger governador do estado. Como as últimas pesquisas mostram o ex-ministro dos Transportes na frente da disputa, com até 36% das intenções de voto, as chances do PT herdar a vaga sem muito esforço também aumentam. Assim, o partido tem boas possibilidades de ganhar um total de 13 cadeiras no Senado.

Para Antônio Augusto, a lista dos novos senadores inclui a ex-ministra do Turismo Marta Suplicy, por São Paulo, e o ex-prefeito de Belo Horizonte, Fernando Pimentel, por Minas Gerais. O diretor do Diap também conta com a reeleição dos senadores Paulo Paim (RS), Delcídio Amaral (MS) e Augusto Botelho (RR). E acredita que levam vantagem nas disputas por duas vagas nos seus respectivos estados os ex-governadores Jorge Viana, no Acre, e Wellington Dias, no Piauí.

A lista é completada por cinco apostas do partido cujas chances eleitorais também são bem avaliadas pelo Diap: os deputados federais Carlos Abicalil (MT), que venceu a disputa interna com a senadora Serys Slhessarenko pela candidatura; Vignatti, em Santa Catarina; e Walter Pinheiro, na Bahia; o ex-ministro da Saúde Humberto Costa, em Pernambuco; e Gleisi Hoffman, ex-diretora de Itaipu e mulher do ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, no Paraná.

PCdoB e PSB

A avaliação feita a pedido do Congresso em Foco também revela chances de crescimento em outros dois partidos que compõem a base do governo Lula e apoiam o PT nas eleições.

PCdoB e PSB, segundo o levantamento, também podem ter bancadas maiores em 2011. Além de manter a vaga do já senador Inácio Arruda (CE), o PCdoB poderá eleger outros três senadores. As novas vagas viriam do Amazonas, com a deputada Vanessa Grazziotin, e do Acre, com Edvaldo Magalhães, que hoje tem apenas 4,8% nas pesquisas, mas pode crescer, segundo o Diap. "Os irmãos Viana podem fazer com que o nome de Edvaldo suba mais na pesquisa, dando chance para ele conquistar a segunda vaga", prevê o diretor do Diap.

Ele acredita que o PSB, na pior das hipóteses, manterá uma das suas duas atuais vagas no Senado. Renato Casagrande (PSB) está fora dessa disputa, pois concorrerá a governador do Espírito Santo. Antônio Carlos Valadares, porém, deve obter a reeleição em Sergipe. Mas Antônio Augusto de Queiroz estima que o partido poderá ter até quatro representantes em 2011. "Poderá ter a reeleição do senador por Sergipe e mais três novos senadores", afirma o diretor do Diap.

As maiores chances, diz ele, estão no Maranhão, com o ex-governador José Reinaldo; na Bahia, com a atual deputada federal Lídice da Mata; e no Amapá com o senador cassado João Capiberibe. O caso de Capiberibe é o mais complicado porque ele ainda terá de passar pelo crivo da Lei da Ficha Limpa. Em tese, os novos critérios de inelegibilidade impedem sua candidatura (veja a relação de quem está ameaçado pela Lei da Ficha Limpa).

Mas a previsão também inclui a possibilidade de conquista de uma das vagas no Rio Grande do Norte com a ex-governadora Wilma Faria, apesar da disputa apertada com os senadores Garibaldi Alves (PMDB) e Agripino Maia (DEM). O Diap aposta ainda na eleição do deputado federal Rodrigo Rolemberg no Distrito Federal.

"Com o governo do estado nas mãos, as chances da Wilma deve aumentar com o início da campanha na televisão. E o Rolemberg deve fazer uma boa campanha pela segunda vaga, já que a primeira é dada como certa para a reeleição do senador Cristovam Buarque, do PDT", pondera o diretor do Diap. "Acredito que o deputado tem mais chances que a ex-governadora Maria de Lourdes Abadia, do PSDB".

Oposição e PMDB

DEM e PSDB, os dois principais partidos de oposição devem perder senadores na composição da próxima legislatura, prevê o levantamento do Diap.

O PSDB tem 13 senadores, sendo que nove terminam o mandato em 2011. "O partido não tem a menor chance de fazer nove senadores com seus 13 candidatos. Só tem eleição garantida com Tasso Jereissati no Ceará, Aécio Neves em Minas e Cássio Cunha Lima, na Paraíba, caso não seja impugnado pelo ficha limpa", acredita o diretor do Diap.

Já o DEM tem atualmente 14 senadores, sendo que oito terminam o mandato em 2011. "No cenário mais otimista, a bancada encolhe de 14 para 10 senadores", prevê Antônio Augusto de Queiroz.

E o PMDB, atualmente com 17 integrantes do Senado, não tende a crescer. O levantamento aponta que o partido deve ficar com algo entre 14 e 16 cadeiras. "São 14 senadores que terminam o mandato em 2011. O partido não tem esse número de candidatos fortes nos estados", avalia. O diretor do Diap aposta, de qualquer maneira, que os atuais comandantes da bancada peemedebista tendem a reeleger-se.

Renan Calheiros e Romero Jucá não têm, respectivamente, competidores fortes em Alagoas e em Roraima. Já Valdir Raupp pode ser o segundo mais votado em Rondônia em disputa acirrada com a senador Fátima Cleide (PT). O presidente da Casa, senador José Sarney (AP), não participará da disputa porque tem mais quatro anos de mandato.

Fonte: http://congressoemfoco.uol.com.br/noticia.asp?cod_canal=21&cod_publicacao=33459

DEM, PSDB e PPS desviaram mais de R$ 100 mi de verbas federais no DF

Relatório divulgado nesta semana pela Controladoria-Geral da União (CGU), após investigação determinada pelo presidente Lula em meio às denúncias sobre os escândalos do condomínio DEM/PSDB/PPS no Distrito Federal, reafirma que o governo José Roberto Arruda desviou mais de R$ 100 milhões transferidos pela União ao DF, especialmente nas áreas de saúde e obras.

Só superfaturamento e sobrepreço causaram aos cofres públicos prejuízo superior a R$ 50,5 milhões. Aproximadamente R$ 23 milhões se referem à compra superfaturada de medicamentos e mais de R$ 22 milhões a obras executadas com dinheiro transferido pelos ministérios das Cidades, dos Transportes e da Integração Nacional.

Ao analisar os pagamentos indevidos feitos pelo Governo do Distrito Federal, a CGU constatou que eles totalizaram R$ 51,5 milhões, dos quais R$ 40 milhões foram destinados a servidores que não são da área da segurança pública. O dinheiro saiu do Fundo Constitucional do Distrito Federal, que tem como objetivo assegurar recursos da União para organização e manutenção das polícias Civil e Militar e do Corpo de Bombeiros, além de prestar assistência financeira para serviços de saúde e educação. Recursos do mesmo fundo também foram usados, de forma irregular, para pagar servidores da Polícia Civil cedidos a outros órgãos. Nesse caso, o desvio somou R$ 27 milhões.

O deputado Devanir Ribeiro (PT-SP) disse que o o trabalho da CGU mostra, mais do que nunca, o esquema de corrupção montado no DF pelo DEM, PSDB e PPS. “O estranho de tudo é que o Tribunal de Contas da União (TCU), sempre autodenominando-se cioso da malversação dos recursos públicos, deixou tudo isto acontecer em seu entorno. O TCU se diz apolítico e que não é ligado à oposição, então, tem de explicar como permitiu esse descalabro em Brasília patrocinado pelos três partidos oposicionistas”.

Devanir é autor de um requerimento, na Comissão de Fiscalização Financeira e Controle, em que requer a realização de audiência pública para debater a crise no DF provocada pela corrupção dos três partidos de oposição. O parlamentar pede a convocação do presidente do TCU, Ubiratan Aguiar, e do ministro-chefe da CGU, Jorge Hage, para que demonstrem as ações de controle externo e interno de ambos os órgãos sobre os recursos orçamentários destinados ao DF.

O relatório da CGU também identificou o uso indevido de recursos federais transferidos para a área de saúde. Dos R$ 320 milhões que recebeu para investir ou pagar despesas da área de saúde, o governo Arruda aplicou R$ 220 milhões no Banco de Brasília, que controlava.

No período de 2006 a 2009, o Governo do Distrito Federal geriu cerca de R$ 66,6 bilhões, dos quais 35,1 bilhões referem-se a recursos próprios (IPVA, IPTU, FPE, FPM, CIDE, etc.); R$ 2,1 bilhões a transferências da União (convênios, contratos de repasse e fundo a fundo - SUS, FNAS, FNDE, etc.); bem como do FUNDEB (R$ 3,9 bilhões) e do FCDF – Fundo Constitucional do Distrito Federal (R$ 25,5 bilhões).

A primeira etapa dos trabalhos da CGU, divulgada em 05/04/2010, envolveu a fiscalização, além de R$ 25,5 bilhões de recursos do Fundo Constitucional, de R$ 1,1 bilhão, envolvendo recursos de transferências da União (convênios, contrato de repasse e fundo a fundo). A segunda e última etapa, encerrada agora, ampliou este valor para R$ 2,1 bilhões – abrangendo mais de 90% dos recursos federais repassados extra Fundo Constitucional. De modo geral, os indícios detectados na 1ª etapa da auditoria foram confirmados agora na 2ª etapa.

A partir de ontem, a CGU começou a encaminhar o relatório a todos os órgãos do GDF, bem como ao seu governador, para que tomem as providências recomendadas. De igual modo, encaminhará aos órgãos federais que transferiram recursos ao GDF (ministérios) para o devido acompanhamento das providências junto aos órgãos executores locais.

Fonte: PT na Câmara

Brasil é o país latino-americano que mais crescerá neste ano, prevê Cepal

A Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (Cepal) previu na terça-feira (29) que o Brasil será neste ano o país latino-americano em que a economia vai crescer mais. ”O Brasil terá crescimento acima de 5,5%, talvez até 6%, seguido pelo Uruguai, Peru, Chile e Panamá, que continuam sendo economias bastante fortes”, afirmou a secretária executiva da Cepal, Alicia Bárcena. O próprio governo brasileiro prevê crescimento entre 6% e 6,5%.

Em dezembro do ano passado a Cepal estimou que o crescimento médio da economia regional chegaria a 4,1% em 2010. Agora, a estimativa é de 4,5% e se baseia, especialmente, no alto preço das matérias primas nos mercados internacionais, que favorece as exportações, sobretudo, dos países da América do Sul.

Fonte: PT na Câmara