Agradeço a todos e a todas que confiaram em mim e depositaram seu voto na urna. Tivemos uma votação expressiva, mas não foi suficiente para eleger. Agora é hora, mais do que nunca, de não esmorecermos e arregaçarmos as mangas para eleger a DILMA nossa Presidente, para o Brasil continuar mudando e não voltarmos aos tempo do atraso e do retrocesso.

CONTO COM VOCÊ! A LUTA CONTINUA....

Luis Vanderlei LARGUESA


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segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Corrupção no Metrô

Colheram o que plantaram

31/10/2010 - 22h09

Apesar de alguns erros derivados de certa soberba e de percalços sobre os quais não teve controle, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva executou com sucesso uma estratégia que traçou no começo do segundo mandato: eleger Dilma Rousseff como sucessora.

Foram eixos da estratégia não cair na tentação do terceiro mandato e apostar num plebiscito sobre os seus oito anos de governo contra os oito anos de Fernando Henrique Cardoso.

Enquanto a oposição e parte da imprensa acreditavam que Lula queria o terceiro mandato e fazia jogo de cena para esperar o melhor momento de mudar a Constituição, Dilma Rousseff ficou livre para aparecer nas vitrines positivas do governo. Se ela tivesse sido apontada candidata lá atrás, auxiliares como Erenice Guerra teriam entrado bem antes na alça de mira.

No entanto, dando o devido crédito ao chefe, Dilma ficou livre para ter o controle de todas as bandeiras positivas do governo, como conduzir as mudança da lei para explorar o pré-sal, gerenciar o programa de habitação "Minha Casa, Minha Vida" e virar a "mãe" do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento).

No teste de fogo da crise internacional de 2008/2009, Lula foi aprovado. Esse teste foi bem mais duro do que o rigoroso ajuste fiscal e monetário de 2003. A oposição cobrava de Lula capacidade de gerenciar a crise. E ele foi bem. Fez um rápido e certeiro diagnóstico da crise financeira internacional e de como o Brasil deveria enfrentá-la. O maior acerto: medidas para reforçar o mercado interno como forma de atravessar o deserto e compensar a queda da economia global.

Nessa estratégia vitoriosa, é justo registrar a importância da aliança PT-PMDB. Na crise do Senado, em 2009, a oposição tentou criar um racha na relação entre peemedebistas e petistas. A ideia era transformar o Senado, Casa na qual Lula sempre teve dificuldade, num bunker oposicionista. Mas Lula não jogou ao mar o presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP). Em troca, obteve uma aliança formal com todo o PMDB, o que garantiu uma máquina política ainda mais expressiva no país e um tempo de propaganda no horário eleitoral gratuito para vender Dilma na hora decisiva.

O bom momento econômico favoreceu a tese de polarização PT-PSDB, apesar do susto com o desempenho de Marina Silva (PV-AC), que forçou a realização do segundo turno. Um taxa de crescimento de cerca de 7% neste ano fortaleceu a defesa do continuísmo, dando gás a uma candidata tirada do bolso do colete. No contexto econômico, destacaram-se ainda as políticas de reajuste do mínimo, de ampliação do crédito, de massificação de programas sociais e de incentivo a grandes grupos nacionais considerados estratégicos e amigos.

Os principais erros da campanha não comprometeram o resultado final, mas trouxeram muita tensão ao governo na virada do primeiro para o segundo turno. A campanha de marketing de Dilma demorou a perceber a sangria de votos com o debate sobre a legalização do aborto. Gente da cúpula dava como favas contadas uma vitória no primeiro turno quando já era evidente que uma segunda etapa seria inevitável. O próprio Lula se iludiu com sua alta taxa de popularidade. Entre os percalços sobre os quais não teve controle, o principal foi a doença de Dilma em 2009.

Obtida a vitória, há também uma importante lição: a realização do segundo turno e o percentual de votos dados a Dilma não autorizam uma atitude arrogante em relação aos adversários e à imprensa, mas isso será assunto de outra coluna.

*
Ninguém ganha sozinho

Num cenário de extrema adversidade política, é surpreendente a performance de José Serra. Ele disputou a eleição contra a candidata do presidente mais popular da história recente num contexto de crescimento econômico e de transformações sociais inéditas no país. Nesse sentido, é uma derrota que não envergonha o PSDB, mas o candidato cometeu o principal erro de quem deseja conquistar a Presidência: achar que poderia se eleger sozinho.

Na primeira metade de 2009, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso selou um acordo entre Serra e o então governador de Minas Gerais, Aécio Neves. Garantidos alguns compromissos, o mineiro seria vice de Serra, que governava São Paulo naquela época.

Fiador dos compromissos, FHC testemunhou Serra rompê-los. O primeiro deles: Serra não quis participar de reuniões prévias pelo país, nas quais o PSDB ouviria seus dois pré-candidatos e depois decidiria quem disputaria o Palácio do Planalto.

Líder disparado nas pesquisas, Serra julgava a ideia uma forma de miná-lo politicamente. Mas Aécio queria uma saída para dizer ao eleitorado de Minas porque aceitaria ser vice do governador paulista. Outro compromisso era afirmar com todas as letras que, se eleito, Serra patrocinaria novas mudanças constitucionais para que Aécio fosse o próximo da fila. Pelo acordo, Serra articularia a aprovação de projetos no Congresso para acabar com a reeleição e reinstituir o mandato de cinco anos. Aécio sempre demonstrou pouca crença na capacidade de, sentado no Planalto, Serra abrir mão da possibilidade de se reeleger. Mas FHC dizia a Serra que era importante que ele se comprometesse com essas alterações a fim de tranquilizar Aécio e Minas. O final dessa história é sabido.

Entre setembro e fevereiro, a folga sobre Dilma nas pesquisas deu a Serra a ilusão de que poderia ignorar os apelos para assumir a candidatura e fazer concessões a Aécio. Ele não aceitou as cobranças do PSDB e do DEM para admitir que era candidato e montou uma estrutura de campanha centralizada e distante dos aliados.

Esticou a corda até junho para tentar obter a companhia de Aécio em sua chapa, mas estava tão fraco que não teve como enfrentar a resistência dos democratas à escolha do senador Álvaro Dias (PSDB-PR) para vice. Ao explicar as razões de aceitar o pouco conhecido deputado federal Indio da Costa (DEM-RJ) como companheiro de chapa, Serra admitiu que a questão estava encaminhada em outro sentido, mas não havia dado certo.

A biografia respeitável, a tenacidade com a qual se jogou na disputa e a assimilação de um discurso conservador que destoa de suas próprias ideias não foram suficientes para levar o tucano à vitória. Serra quis ganhar sozinho. A exemplo de Lula, colheu o que plantou.


Kennedy Alencar, 42, colunista da Folha.com e repórter especial da Folha em Brasília. Escreve na Folha.com às sextas. É comentarista do telejornal noturno RedeTVNews. E apresenta o programa de entrevistas "É Notícia", às 0h15 na noite de domingo para segunda.

Fonte: Folha.com

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

A folha corrida de José Serra: 17 processos na Justiça

A folha corrida de processos que José Serra responde foi apresentada por ele mesmo ao TSE (por imposição da lei, senão a candidatura é impugnada).

Dilma também apresentou, e as certidões dela nada consta, ou seja, ela não tem nenhum processo.

Serra tem 17 processos, sendo pelo menos 4 por corrupção (Improbidade Administrativa):

No TRF1 (Justiça Federal do Distrito Federal):

1) Processo nº 2000.34.00.033429-7 (Improbidade Administrativa)
2) Processo nº 2002.34.00.007485-9 (Ação Popular, atos administrativos)
3) Processo nº 2009.34.00.030112-0 (Improbidade Administrativa)
4) Processo nº 94.00.11899-6 (Improbidade Administrativa)
5) Processo nº 2003.34.00.039140-7 (Improbidade Administrativa)

No TRF3 (Justiça Federal de São Paulo):

6) Processo nº 2005.03.00.091802-3 e Processo nº 2006.03.00.105675-0 (parecem ser sobre a mesma coisa) - Agravo de Instrumento

No TJ-SP (Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo):

7) Processo nº 993.05.064371-9 (Calúnia, Injúria e difamação)
8) Processo nº 050.06.039436-6 (Crime de Imprensa)
9) Processo nº 993.05.037241-3 (Crimes de responsabilidades)
10) Processo nº 050.10.043792-3 (Interpelação)
11) Processo nº 994.07.003423-6 (Interpelação)
12) Processo nº 994.07.003424-4 (Interpelação)
13) Processo nº 994.07.003425-0 (Interpelação)
14) Processo nº 994.08.001595-0
15) Processo nº 990.09.268296-2
16) Processo nº 994.08.001595-0 (Superlotação Cadeias Públicas)
17) Processo nº 994.08.001598-6 (Superlotação Cadeias Públicas)

Enviar por email Por: Zé Augusto

Fonte: http://www.osamigosdopresidentelula.blogspot.com/

Ibope: Dilma tem 57% dos votos válidos, Serra aparece com 43%

28 de outubro de 2010 • 20h06 • atualizado às 20h21 Comentários

Na pesquisa Ibope/Estado/TV Globo divulgada nesta quinta-feira (28) , a candidata do PT à presidência da República, Dilma Rousseff, aparece à frente com 57% dos votos válidos, contra 43% de José Serra (PSDB). A margem de erro é de dois pontos percentuais. Os votos válidos excluem os brancos, nulos e indecisos.

Considerando os votos totais - com brancos, nulos e indecisos -, Dilma aparece com 52% das intenções de voto, contra 39% de Serra. Votos brancos e nulos somam 5% e 4% não sabem ou não souberam responder. No último levantamento, divulgado em 20 de outubro, Dilma tinha 51% das intenções de voto - 56% dos votos válidos -, e Serra tinha 40% da preferência dos eleitores - 44% dos votos válidos.

Com a margem de erro, a intenção de votos totais da candidata petista pode oscilar de 55% a 59%. O candidato do PSDB, por sua vez, pode ter de 41% a 45%.

A pesquisa foi encomendada pela TV Globo e pelo jornal O Estado de S.Paulo e registrada junto ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em 22 de outubro sob o número 37596/2010. O levantamento foi realizado entre os dias 25 e 28 de outubro. O Ibope ouviu 3010 eleitores.


Fonte: Redação Terra

Veja quem declarou voto em Dilma

















TSE manda campanha de Serra suspender o 'telemarketing da calúnia'

A ministra Nancy Andrighi, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), concedeu liminar que suspende imediatamente o serviço telemarketing de baixarias, realizado pela empresa Transit do Brasil S/A, em favor do Zé Baixaria (José Serra).

O telemarketing, denunciado nos últimos dias por vários eleitores, divulgava informações caluniosas contra Dilma Rousseff.

Segundo o parecer, "a medida cautelar é necessária e premente, haja vista que tal propaganda irregular poderá causar estragos sem precedentes sobre a candidatura de Dilma Rousseff, do Partido dos Trabalhadores".

As principais calúnias e baixarias tratadas na ligação dizem respeito ao aborto e ao caso Erenice Guerra. Segundo os telefonemas caluniosos, a candidata Dilma Rousseff seria a favor de que mulheres façam aborto, corrupta, chefe de quadrilha, outros termos.

No site Mulheres com Dilma, a eleitora Juçara relatou, por meio de comentário, que recebeu duas ligações desse telemarketing. “Agora mesmo recebi 2 ligações, estão se passando por empresa de pesquisa, porém não se identificam. Apenas pedem para o eleitor teclar o número correspondente. O 1 para Serra, 2 para Dilma e 3 se o eleitor pretende votar nulo ou não tem intenção de ir votar?”, conta.

Indignada, Juçara reclama: “Ora, que eu saiba o voto é secreto no Brasil, não sou obrigada a declarar, ainda mais para uma gravação que nem se identifica!”

Rose Prado, também leitora do Mulheres com Dilma, também recebeu a mesma ligação. Ele teclou o 2, correspondente a candidata Dilma. “Após ter respondido duas vezes Dilma, recebi a terceira ligação (gravação) difamando a candidata e falando na Erenice. A campanha do Serra é patética”, conta.

Fonte: http://www.amigosdopresidentelula.blogspot.com/

Cardozo: recado à militância para os últimos dias da campanha

Programa TV - Noite - 28/10

Programa TV - Tarde - 28/10

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Programa TV - Noite - 27/10

Programa TV - Tarde - 27/10

Marina condena uso de seu nome em falso apoio a Serra

27 de outubro de 2010 • 21h49

•A senadora e candidata derrotada à presidência da República, Marina Silva (PV-AC), criticou nesta quarta-feira (27) setores do PSDB que, segundo o PV, promoveram iniciativas fraudulentas ao envolvê-la em ações de apoio à candidatura tucana de José Serra. "Não usem meu nome para o vale-tudo eleitoral", afirmou a senadora, de acordo com informações de sua assessoria de imprensa.

"Os quase 20 milhões de brasileiros que endossaram meu projeto e o de Guilherme Leal no primeiro turno sabem que o respeito ao eleitor é um princípio inquestionável na nossa prática política, o que nos diferencia daqueles que querem o poder pelo poder", disse Marina.

A declaração de voto falsa foi feita com um endereço de e-mail que não corresponde ao de Marina e foi ao ar no blog "Eu Vou de Serra 45". "Infelizmente, muitos não aprenderam nada com os resultados das urnas e continuam a promover a política de mais baixo nível ao usar estratagemas banais para buscar votos", a candidata derrotada do PV.

O e-mail falso seria direcionado aos eleitores de Marina contendo um "pedido" da senadora verde para que haja união em torno da candidatura tucana.

Fonte: Redação Terra

Perillo e Íris estão tecnicamente empatados em GO, diz Ibope

27 de outubro de 2010 • 19h56 • atualizado às 20h06

Os ex-governadores de Goiás Marconi Perillo (PSDB) e Íris Rezende (PMDB) estão tecnicamente empatados na disputa pelo governo de Goiás, aponta pesquisa Ibope/TV Anhanguera divulgada nesta quarta-feira (27). Perillo aparece com 46% das intenções de voto, contra 45% de Íris. A margem de erro é de 3 pontos percentuais, para mais ou para menos.

Brancos e nulos somam 4% e eleitores que não souberam responder, 5%. Com a margem de erro, o tucano pode ter entre 43% e 49% das intenções de voto, e Íris entre 42% e 48%. Em votos válidos, Perillo tem 51% da preferência dos eleitores, contra 49% de Íris.

A pesquisa Ibope foi encomendada pela TV Anhaguera e realizada entre os dias 24 e 26 de outubro. O levantamento ouviu 1.204 eleitores em 55 municípios e foi registrada no Tribunal Regional Eleitoral (TRE) sob o número 36429/2010.

Fonte: Redação Terra

Dilma diz que abrirá um novo caminho para as mulheres no Brasil

A candidata do PT, Dilma Rousseff, afirmou hoje que sua possível vitória nas urnas no próximo domingo "abrirá um novo caminho para as mulheres", pois elas também poderão "sonhar em governar o Brasil".

Em um ato realizado em Brasília perante centenas de militantes, Dilma foi recebida por nove ministros do Governo de Luiz Inácio Lula da Silva.

Lembrou que nas últimas décadas as mulheres "saíram de suas casas para trabalhar, estudar e buscar o sustento de seus filhos", e deixaram de ser "somente" donas de casa para ser também "empregadas domésticas, enfermeiras, assistentes sociais e psicólogas".

Segundo a candidata, "a partir de domingo todas as mulheres do Brasil poderão dizer que também querem ser presidentes".

"Minha eleição abrirá um novo caminho para as mulheres em uma das maiores repúblicas democráticas do mundo", apontou Dilma.

Durante o ato, foi apresentado um documento que contém as "13 propostas de Dilma para o desenvolvimento social do país", que resume as políticas sociais aplicadas pelo Governo Lula, que a candidata reiterou hoje que dará "continuidade" e "mais alcance".

A primeira das propostas aponta a "eliminação da pobreza absoluta no país", um assunto no qual Dilma disse hoje que colocará seu maior empenho.

Lembrou que, segundo números do atual Governo, nos últimos oito anos, um total de "28 milhões de pessoas puderam sair da miséria" graças "as políticas de Lula", que serão "ampliadas" caso consiga uma vitória no próximo domingo.

O documento também propõe fortalecer o Bolsa Família, garantir a assistência social aos mais pobres, assim como ampliar os planos para reduzir a pobreza rural e outros dedicados ao combate da fome.

Além disso, pretende aumentar a oferta de créditos baratos para a agricultura familiar, assegurar o acesso à água potável, seguir adiante com planos de saneamento básico, erradicar o trabalho infantil e criar oportunidades de emprego em "segmentos sociais mais vulneráveis".

Dilma enfatizou que "a questão social será, como no Governo Lula, o centro de todas as políticas", pois "a melhora de um país não se mede pelo crescimento do produto interno bruto (PIB), mas pela melhora das condições de vida da população, e especialmente dos mais pobres".

Assegurou, além disso, que ao contrário de "muitos países ricos", o "modelo de desenvolvimento" implantado por Lula "inclui todas as pessoas".

Segundo a candidata, se as previsões das pesquisas forem confirmadas no próximo domingo nas urnas, seu maior compromisso será "dar continuidade ao melhor Governo que o Brasil teve em sua história".

A última pesquisa divulgada hoje pelo instituto Sensus assinala que Dilma ganhará o segundo turno das eleições no domingo com 51,9%, contra 36,7% de Serra.

EFE
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Dilma cobra investigação de licitação do metrô de São Paulo

27 de outubro de 2010 • 15h19 •

atualizado às 15h26

Claudia Andrade
Direto de Brasília

A candidata do PT à presidência da República, Dilma Rousseff, cobrou nesta quarta-feira (27) apuração da denúncia de irregularidade no processo licitatório para a expansão da linha 5 lilás do metrô paulista.

"Para se apurar as responsabilidades seria importante que, pelo menos dessa vez, eles abram sindicância, inquérito e vão apurar. Não é possível achar que as coisas são perfeitas e vender isso pra população. Não são. Um Estado e um governo se medem pela capacidade que têm, não é garantir que não haja nada, mas em havendo, tomar providência, impedir que ocorra, investigar, saber quem é o responsável e não buscar soluções fáceis", disse.

A candidata disse "lamentar" a suspeita de irregularidade. "Processos licitatórios não podem ser viciados porque, com isso, você está prejudicando a população. Um processo viciado é geralmente muito mais caro pra população. Consideramos essencial que haja um controle maior dos processos licitatórios".

Segundo reportagem da Folha de S.Paulo, o jornal soube seis meses antes da divulgação o resultado da licitação, aberta em 2008, quando o presidenciável tucano José Serra governava São Paulo. O resultado foi divulgado na última quinta-feira (21), mas o jornal diz ter registrado o nome dos ganhadores no final de abril deste ano.

Fonte: Redação Terra

Brasileiro justifica erro em programa de TV e confirma capacete do GP 300 na prova de Interlagos

Barrichello se defende por esquecer nome de Dilma: faz 5 meses

27 de outubro de 2010 • 11h50 • atualizado às 12h28


 . Foto: EFE

Brasileiro justifica erro em programa de TV e confirma capacete do GP 300 na prova de Interlagos

O piloto brasileiro Rubens Barrichello explicou o vídeo de sua participação em um programa de perguntas e respostas da televisão espanhola que circulou na internet na última segunda-feira.

Em uma das questões de conhecimentos gerais, o piloto da Williams esqueceu o nome da candidata à presidência do Brasil e só se lembrou de José Serra.

Porém, em seu Twitter, Barrichello explicou que o programa foi gravado há cinco meses, mas somente na semana passada foi divulgado pela emissora.

"Galera, cheguei no Brasil e vejo um vídeo que fiz com a TV espanhola colocado em alguns sites brasileiros. O vídeo eu gravei em maio deste ano quando nem a campanha eleitoral havia começado. Colocaram o vídeo como se eu tivesse gravado ontem", escreveu Rubens.

O piloto ainda confirmou que vai usar o capacete do GP 300 no GP do Brasil.

Fonte: Lancepress!
Via: www.terra.com.br