Agradeço a todos e a todas que confiaram em mim e depositaram seu voto na urna. Tivemos uma votação expressiva, mas não foi suficiente para eleger. Agora é hora, mais do que nunca, de não esmorecermos e arregaçarmos as mangas para eleger a DILMA nossa Presidente, para o Brasil continuar mudando e não voltarmos aos tempo do atraso e do retrocesso.

CONTO COM VOCÊ! A LUTA CONTINUA....

Luis Vanderlei LARGUESA


Acessem também:

Página no Orkut dos amigos do Larguesa: http://www.orkut.com.br/Main#Profile?rl=fpp&uid=12417239803043432090

http://www.dilma13.com.br/

http://www.pt.org.br/

http://www.pt-sp.org.br/

Comunidade do PT/SBO: http://www.orkut.com.br/Main#Community?cmm=49652528

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Veja como o Datafolha alterou a proporcionalidade dos eleitores entre as pesquisas de Fevereiro e de Março, beneficiando Serra!

O Datafolha alterou, de forma dramática, a proporcionalidade dos eleitores que entrevistou nas suas pesquisas de Fevereiro e de Março. Como o instituto fez isso, é o que irei explicar agora.

1) Em Fevereiro, na divisão por regiões do país, o Datafolha entrevistou o percentual de eleitores relacionado abaixo:

Sudeste - 40,9% (o correto seria em torno de 42%);
Nordeste - 28,7% (o correto seria em torno de 29%);
Sul - 14,6% (o correto seria em torno de 14%);
Norte/Centro-Oeste - 15,8% (o correto seria em torno de 15%).

Portanto, o que se conclui destes dados acima é que o Datafolha respeitou, na sua pesquisa de Fevereiro deste ano, a proporcionalidade da população brasileira. Assim, o instituto entrevistou um número de eleitores, em cada região do país, que respeitou a divisão da mesma entre o Sul, Sudeste, Nordeste e o Norte/Centro-Oeste. As diferenças não chegam a 1%, o que é irrelevante do ponto de vista estatístico.

2) Mas, na sua pesquisa de Março, o Datafolha modificou, radicalmente, o percentual de eleitores entrevistados em cada região do país, desrespeitando totalmente a divisão da população brasileira entre cada uma delas. Duvidam? Então, vejam como o Datafolha dividiu (proporcionalmente) os eleitores entrevistados, em cada região do país, na sua pesquisa de Março:

Sudeste - 61,2% (o correto seria 42%);
Nordeste - 18,4% (o correto seria 29%);
Sul - 11,6% (o correto seria 14%);
Norte/Centro-Oeste - 9,2% (o correto seria 15%).

Portanto, na sua pesquisa de Março, o Datafolha aumentou fortemente o percentual de eleitores pesquisas na região Sudeste, que foi de 61,2%. E a imensa maioria destes, 48,1% dos eleitores pesquisados a nível nacional (2001 eleitores), eram paulistas. E 26% dos eleitores entrevistados no país inteiro eram da CIDADE de São Paulo (1081 eleitores).

Ao mesmo tempo, a participação dos eleitores das demais regiões foi bem menor do que seria o correto, principalmente no caso do Nordeste, que teve apenas 18,4% de entrevistados, quando o correto seria 29%. O Norte/Centro-Oeste foi outra região com uma sensível diminuição do percentual de eleitores pesquisados.

Comparando-se as duas pesquisas, temos o seguinte:

Fevereiro/Março:

Sudeste - 40,9%/61,2% (aumento de 49,6%);
Nordeste - 28,7%; 18,4% (redução de 35,9%);
Sul - 14,6%/11,6% (redução de 20,5%);
Norte/Centro-Oeste - 15,8%; 9,2% (redução de 41,8%).

Esta mudança brutal na divisão do eleitorado entrevistado pelo Datafolha, em cada região do país, ajuda muito a explicar porque nestas pesquisas os resultados foram os seguintes:

Fevereiro:

1o. turno:

Serra - 32%;
Dilma - 28%.

2o. turno:

Serra - 45%;
Dilma - 41%.


Março:

1o. turno:

Serra - 36%;
Dilma - 27%.

2o. turno:

Serra - 48%;
Dilma - 39%.

Portanto, a subida de Serra e a estagnação de Dilma na pesquisa de Março foi fruto, basicamente, desta manipulação grosseira feita pelo Datafolha. E segundo informações já divulgadas, o mesmo procedimento foi adotado pelo instituto na sua pesquisa divulgada ontem, promovendo-se uma nova manipulação do percentual de eleitores que deveriam ter sido pesquisados em cada região do país.

É o Datafolha à serviço da candidatura de José Serra.

Links:

http://datafolha.folha.uol.com.br/folha/datafolha/tabs/intvoto_pres_01032010_tb2.pdf

http://datafolha.folha.uol.com.br/folha/datafolha/tabs/int_voto_pres_29032010_tb2.pdf

http://datafolha.folha.uol.com.br/po/ver_po.php?session=953

http://datafolha.folha.uol.com.br/po/ver_po.php?session=955

Postado por Marcos Doniseti

Dilma Rousseff recebeu o apoio maciço dos cristãos



29.09.2010

A candidata à Presidência da República pela coligação Para o Brasil Seguir Mudando, Dilma Rousseff, se reuniu hoje por cerca de duas horas com representantes de 11 entidades religiosas de todo país em Brasília. Os cristãos declararam apoio maciço à petista nas eleições de domingo. Os líderes religiosos também divulgaram uma carta aberta repudiando “a boataria cruel e mentirosa” que vem sendo disseminada contra Dilma na Internet.

Após o encontro, Dilma concedeu uma entrevista coletiva em que reafirmou seu compromisso com a vida e sua posição contrária ao aborto. A candidata também rejeitou a possibilidade de convocação de um plebiscito no país para decidir sobre a questão. “Não sou a favor de um plebiscito porque ele dividiria a nação entre aqueles que defendem e aqueles que são contra. A legislação existente hoje pacifica todas as posições. Eu sou contra mudar a lei”, enfatizou.

Ela também salientou que nunca fez qualquer referência sobre a vitória nas eleições baseada em pesquisas, lembrando que os jornalistas são testemunhas disso ao longo de sua jornada na campanha. Por isso, ela fez questão de repudiar as informações falsas que estão circulando pela Internet afirmando que ela usou inclusive Deus para dizer que não seria derrotada.

"Eu lamento isso profundamente, porque nunca saíram da minha boca palavras nesse sentido”, argumentou.

Valores pela vida

Durante o encontro, os cristãos deram declarações de apoio à candidata e reafirmaram que confiam na sua posição e na capacidade de Dilma de valorizar a família e os valores pela vida. “Vocês podem ter certeza que nossa relação será pautada pelo diálogo, pela parceria e pela colaboração”, disse Dilma para os cristãos.

Dilma afirmou que precisará do apoio das igrejas principalmente no combate às drogas, em especial ao crack. “Sozinho, o Estado não vai conseguir resolver esse problema das drogas e do crack. Por isso, vai ser fundamental nossa parceria com as igrejas a as casas de reabilitação”, comentou.

O presidente do Conselho Nacional de Pastores do Brasil, bispo Manoel Ferreira, disse que Dilma é “um instrumento de Deus e do presidente Lula” para continuar realizando a mudança que o Brasil precisa.

Fonte: Dilma na Web

A testemunha-bomba do PiG é para associar Dilma ao PCC

Indivíduos da Capital SP e da região de Sorocaba, com diversas passagens pela polícia (roubos, receptação, assaltos à mão armada, seqüestros etc.) foram contatados por políticos ligados ao PSDB local através de um elemento intermediário com trânsito mútuo;

Foram informados de que “prestariam serviços” e levados até um shopping da cidade de São José do Rio Preto;

Lá mantiveram encontro com outras três pessoas, descritas como “muito importantes”, e receberam um adiantamento em dinheiro vivo;

Não se tratava de qualquer encomenda de morte, assalto ou ato criminoso tão comum para os marginais recrutados;

Imediatamente, tais bandidos foram levados até o Rio de Janeiro, a um bairro identificado como Jardim Botânico, onde ficaram confinados por dois dias;

Uma equipe de TV, num estúdio particular, gravou longa entrevista com os bandidos. O script era o seguinte: “somos do PCC, sempre apoiamos o governo Lula e estamos com Dilma”. Não fugiu disso, com variações e montagens em torno de uma relação PCC/Lula/PT/Dilma;

Os bandidos recrutados também foram instruídos a fazer ligações telefônicas para diversos comparsas que cumprem penas em penitenciárias do Estado de São Paulo. A ordem era clara: simular conversas que “comprovassem” a ligações entre o PCC e a campanha de Dilma;

Tudo foi gravado em áudio e vídeo;

A farsa começou a ser desmontada quando o pagamento final pelo serviço veio aquém do combinado;

Ao voltarem para São Paulo, alguns dos que gravaram a farsa decidiram, então, denunciar o esquema, relatando toda a incrível história acima com riqueza de detalhes;

As autoridades já estão no encalço da bandidagem. De toda a bandidagem;

A simulação seria veiculada por uma grande emissora de TV e por uma revista depois do término do horário eleitoral, causando imenso tumulto e comoção, sem que a candidata Dilma Rousseff, os partidos que a apóiam e o próprio governo Lula tivessem o tempo de denunciar a criminosa armação;

Essa é a “bala de prata”. Já se sabe seu conteúdo, os farsantes e o custo, além dos detalhes. Faltam duas peças: quem mandou e quem veicularia (ou ainda terá o desplante de veicular?) a maior fraude da história política brasileira;

Com a palavra, as autoridades policiais.

A propósito, o amigo navegante enviou essa “nota” extraída da imprensa de Brasilia:
29/09/2010 | 00:00 – www.claudiohumberto.com.br
Almoço global

A Rede Globo oferece em São Paulo almoço vip, nesta quinta, data do último debate presidencial, a Leandro Daiello, superintendente local da Polícia Federal – que anda atarefada com inquéritos de Erenice & cia.

Do site de Paulo Henrique Amorim via http://osamigosdopresidentelula.blogspot.com/

Comercial Fala Lula - 30"

Bispo Rodovalho

PASTOR WELLINGTON PIRES

depoimento reverendo Izaías de Souza Maciel

Pastor Joaquim Mbole

Pastor Glaycon Terra Pinto -- igreja Batista

Depoimento de Glauber Piva

Depoimento de Ivana Bentes

Depoimento de Noilton Nunes

Depoimento de Wagner Tiso

Apoio de Celso Russomanno a Dilma

Comercial Nota - 15"

Comercial Urna - 15"

Comercial 31´- Vai meu Brasil

Comercial de TV - Lula faz alerta contra boatos na campanha (30")

Vote 13, Dilma Presidente

Comercial - Aposentados (15")

Comercial - Biografia Dilma e Lula

Comercial - Impressora (15")

Comercial - Polícia Federal (30")

Comercial - Salário Mínimo (15")

Comercial - Brasil de Dilma (30")

Comercial - Contador Emprego (15")

Comercial - Portas Pobreza (15")

Programa de TV - Noite - 28/09

Programa de TV - Dilma - Tarde - 28/09

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Caos na segurança pública paulista: um dia você pode precisar da polícia

Enviado por email por um leitor:

A POLÍCIA QUE VOCÊ NÃO CONHECE !
COISAS QUE A POPULAÇÃO NÃO SABE SOBRE AS POLÍCIAS CIVIL E MILiTAR DO ESTADO DE SÃO PAULO.

Você sabia?
Que os Policiais recebem ticket refeição de R$ 4,00 (apenas 20 unidades por mês), mas apenas nos primeiros 5 anos de carreira?.
Os demais, que já se dedicaram muito à população e aos interesses públicos NÃO TÊM NEM ISSO?


Você sabia?
Que os Policiais não recebem ADICIONAL NOTURNO?

Você sabia?
Que os Policiais não recebem por HORAS EXTRAS trabalhadas, sendo constantemente convocados, em SUAS FOLGAS, para atuar em Operações as mais variadas? Nem diarias recebem.

Você sabia?
Que os Policiais não podem ter MAIS DE UMA matrícula, não sendo facultado prestar outro concurso para COMPOR os seus vencimentos, como ocorre com Advogados, Professores e Médicos do Estado?

Você Sabia ?
Que, embora todos façam mau juízo dos policiais paulistas , Apenas 04% (quatro porcento ) de todo o efetivo policial do estado de São Paulo têm ou tiveram Inquéritos , Sindicancias e Punições nas Corregedorias (civil e militar), e que mesmo que o policial for absolvido pela Justiça Comum, ele normalmente recebe algum tipo de punição das RIGOROSAS Corregedorias . Ao contrário do que ocorre nas outras Secretarias de Estado (Fazenda , Saúde , etc ... ) .

Você Sabia ?
Que quando alguém faz uma reclamação na OUVIDORIA DA POLÍCIA, as Corregedorias, mesmo sem saber a veracidade da denúncia, primeiro instaura inquerito e depois investiga a denúncia, deixando de lado o principio de que "TODOS SÃO INOCENTES, ATÉ PROVA EM CONTRÁRIO"! E que quando é feito um ELOGIO a algum Policial para aquela mesma OUVIDORIA, você nunca fica sabendo!

( É só você perguntar a um Policial Civil ou Militar se isto não é verdade! ).

Você sabia?
Que os Policiais ao morrer nas ruas sendo assaltado, a família dele não recebe sua pensão integral porque isso não é considerada MORTE EM SERVIÇO?


Você sabia?
Que as famílias do POLICIAIS que morrem em serviço, demoram 7 meses para receber o PRIMEIRO SALÁRIO/PENSÂO e até que isso aconteça, dependem de "rateios" feitos por outros policiais para poderem sobreviver !!!!!

Você sabia?
Que os POLICIAIS (Civis e Militares) são os únicos Servidores que MORREM pelo Serviço Público?

Você sabia?
Que os vencimentos de nossa Polícia Paulista é o SEGUNDO PIOR do Brasil, apesar do nosso estado ser o MAIS RICO da Federação?

Você sabia?
Que um policial, em horário de serviço, que participe de um tiroteiro com bandidos, seja ferido e fique inválido, recebe como prêmio do Estado, por sua bravura, uma aposentadoria por invalidez, recebendo 40% a menos do que ele recebia na ativa?

E o mesmo ocorre com todos os aposentados que dedicam a vida inteira a polícia?

Você sabia?
Que o policial recebe adicional de insalubridade, e não de periculosidade? Acho que o governo pensa que um tiroteio é contagioso, e não perigoso...

Você sabia?
Que o Policial é obrigado a manter a sua Viatura Policial para o Serviço Público limpa, mas nunca se viu dinheiro para pagar a lavagem e nem tampouco lava-rápidos funcionando nas unidades policiais (embora quase todos os departamentos o tenham) e você tem que pedir "esmola" para lavá-las?

Você sabia?
Que na maioria das cidades do interior existe somente uma viatura da policia de serviço, e esta unica viatura faz escolta de presos, ficando sem policia no municipio, porque os funcionários públicos contratados e treinados para fazer o serviço ainda nao assumiram por questoes politicas do PSDB.
Tente ligar 190 no interior e veja quanto tempo leva, sera que vai ter policia quando precisar realmente?

Você sabia?
Que a real intençao do PSDB e privatizar todos os serviço basicos assim como fez com as rodovias, saude, educaçao e o próximo é segurança.
por isso faz tudo isso ...E aí? vota no Geraldo? PSDB? Presidio, Pedagio, IPVA 4% e nada?

um dia voce pode precisar da policia ...

Fonte: Transparência São Paulo

Na prática a teoria é outra 4: promessas de Serra não foram cumpridas no Estado de SP.

da Folha Online)

Promessas de Serra na campanha já foram alvo do TCE de São Paulo

Algumas das principais bandeiras hoje empunhadas por José Serra (PSDB) na campanha à Presidência foram objeto, durante sua gestão no governo de São Paulo, de ressalvas de auditorias promovidas pelo TCE-SP (Tribunal de Contas do Estado).

Uma equipe de 15 técnicos finalizou, em maio, a análise das contas relativas a 2009, terceiro ano de Serra à frente do governo ao qual renunciou em abril para concorrer.

As contas foram aprovadas, mas o relatório de mais de 700 páginas inclui, além das variáveis econômicas, a avaliação dos indicadores de gestão e uma compilação das auditorias realizadas ao longo daquele ano pelo tribunal em 21 ações de governo.

Tucano nega irregularidades e diz que Folha quer 'desinformar'
Essas auditorias apontam problemas nas áreas de saúde, distribuição de medicamentos, habitação popular, expansão da oferta de transporte de massa, saneamento e política de esporte nas escolas, entre outras.

Todas essas áreas incluem propostas centrais do candidato José Serra, divulgadas tanto em seu programa de TV como no seu site oficial e em entrevistas e debates.

Na saúde, área da qual foi ministro no governo Fernando Henrique Cardoso, a gestão de Serra é cobrada por ignorar os planejamentos anuais definidos pela Secretaria da Saúde na definição de investimentos. Apesar de algumas metas terem sido superadas, o TCE diz que há "ausência de garantias quanto a critério, planejamento e racionalidade".

Também foram verificados problemas em obras realizadas pelo Estado, como valor contratado acima do orçado e obras entregues já com infiltrações e rachaduras. Agora, uma das principais propostas de Serra é construir 154 ambulatórios médicos de especialidades.

Ainda na área da saúde, Serra promete distribuição de "cestas de medicamentos" gratuitas. O TCE, contudo, afirma que, como governador, ele não cumpriu a destinação de valores mínimos determinados por normas para um programa semelhante e reduziu a verba disponível para a ação.

Nessa área, o órgão descobriu que o governo paga mais por medicamentos do que outras instituições e recomenda que a "pactuação de preços deveria ser revista".

Outra promessa do presidenciável Serra é "garantir a oferta de moradia popular de qualidade", com imóveis "bem acabados". Quando governador, casas e apartamentos entregues a partir de sua posse, em 2007, apresentam uma série de problemas, segundo fiscalização do TCE.

Na região metropolitana de São Paulo, 62% dos moradores consultados pelos auditores disseram sofrer com vazamentos e infiltrações.

No interior, onde prevalecem casas, a maior reclamação (38% dos entrevistados) foi em relação a goteiras.

Além disso, o governo entregou, em 2009, menos de 40% da meta prevista para aquele ano. Um dos motivos alegados pelo governo à época foram as chuvas no segundo semestre.

Outra meta não cumprida foi em relação à expansão de vagas no ensino técnico. O número de vagas criadas naquele ano não chegou à metade do programado, apesar de toda a verba disponibilizada ter sido executada.

A política é bandeira de Serra, que prevê criar 1 milhão de vagas em todo o país, uma das principais promessas do candidato do PSDB.

Na área de saneamento, os auditores fizeram duas inspeções em uma série de "piscinões" (reservatórios para evitar enchentes). Uma em 2008, outra em 2009.
Segundo os técnicos, houve uma "pequena melhora" com relação à limpeza, mas o assoreamento chegou a piorar.

Fonte: Transparência São Paulo

domingo, 26 de setembro de 2010

Corrupção na imprensa paulista: esconderam as milionárias transações de Marcos Valério com a TELESP em 1997


Xii… Eduardo Azeredo (PSDB/SP) pode ser o pai do mensalão, mas parece que a mãe foram os demo-tucano paulistas. Pois os primórdios foram em São Paulo, em 1997, estendendo até 1998, quando ocorreu um esquema milionário dentro da TELESP com a empresa de Marcos Valério.

Deu no Jornal do Brasil (RJ), de 20/01/2006:


Entidades públicas administradas pelo PSDB teriam depositado R$ 104 milhões na conta de empresa de Marcos Valério


Daniel Pereira e Tina Vieira

BRASÍLIA – A CPI dos Correios demonstrou ontem que tem munição contra o PSDB. Uma nota técnica à disposição da comissão revela que uma conta no Banco Industrial e Comercial S/A (Bicbanco), da agência SMPB São Paulo, de propriedade de Marcos Valério Fernandes de Souza, recebeu em 1997 e 1998 cerca de R$ 104 milhões, em valores atualizados em novembro de 2005, de duas entidades públicas sob responsabilidade de governantes tucanos. Como no caso das operações efetuadas no governo atual, a CPI suspeita de desvio de recursos públicos para alimentar partidos políticos.

Além disso, vislumbra a possibilidade de comprovar que Marcos Valério opera esquemas de drenagem do erário pelo menos desde meados da década passada. Obtida pelo Jornal do Brasil, a nota técnica aponta depósitos e ordens de crédito a favor da SMPB São Paulo efetuados pela TELESP, então empresa de telecomunicações do Estado de São Paulo, e pela Fundação Jorge Duprat Figueiredo de Segurança e Medicina do Trabalho (Fundacentro), ligada ao Ministério do Trabalho e Emprego.

Em ambos os casos, o enredo não é original e envolve, por exemplo, pagamentos superfaturados por serviços não comprovados e saques em dinheiro vivo. A atenção da CPI dos Correios está voltada, sobretudo, para o relacionamento entre a Telesp e a agência de Marcos Valério.

Entre abril de 1997 e setembro de 1998, a empresa [TELESP] despejou na conta da SMPB São Paulo cerca de R$ 41 milhões, em valores da época, ou R$ 73,3 milhões, em números atualizados em novembro de 2005 com base no Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC).

A maioria dos depósitos ocorreu antes das eleições gerais de 1998 e da privatização da Telesp, realizada em julho daquele ano. A nota técnica menciona indícios de que os depósitos ”podem ter apresentado irregularidades na sua utilização capazes de caracterizar desvio de recursos públicos”. Entre os indícios, destaca-se o fato de o contrato entre a Telesp e a SMPB São Paulo prever o pagamento de, no máximo, R$ 4 milhões. Ou seja, dez vezes menos do que o total depositado na conta da agência de Marcos Valério.

Diante da disparidade dos números, o presidente da CPI dos Correios, Delcídio Amaral (PT-MS), enviou ofício à Telesp questionando se foram fechados outros contratos de prestação de serviço no período sob investigação e a relação discriminada dos pagamentos deles resultantes. Em resposta à CPI, a empresa declarou a existência apenas do contrato de R$ 4 milhões, assinado pelo então diretor Carlos Eduardo Sampaio Doria. Eleito deputado federal pelo PSDB em 1998, Sampaio Doria também foi presidente da Telesp.

Hoje, ocupa o cargo de diretor de controle econômico e financeiro da Agência de Transportes do Estado de São Paulo e tem assento no conselho consultivo da Fundação Mário Covas, governador de São Paulo entre 1995 e 2001, quando faleceu. Na resposta à CPI dos Correios, a Telesp reconheceu ainda que ”para alguns dos pagamentos realizados não estão disponíveis as informações sobre subcontratada, tipo de serviço e valor dos honorários, em razão do modo de arquivamento anterior ao período de privatização e além do prazo legal de sua manutenção”.

- Isso é gravíssimo, é um crime – disse o relator da CPI dos Correios, deputado Osmar Serraglio (PMDB-PR), sobre os desembolsos realizados sem previsão contratual comprovada e sem a respectiva prestação de serviço.

Também causa espécie aos técnicos da comissão o fato de a SMPB ter repassado recursos para seis empresas que teriam sido abertas apenas para receber dinheiro oriundo do caixa da Telesp. As notas emitidas pelas empresas eram seqüenciais, ou seja, sinalizam que a então estatal era a única cliente delas. Todas as empresas são controladas pelos irmãos Ricardo…

Duplicatas da TELESP aparecem na denúncia do PGR contra Eduardo Azeredo

Na denúncia apresentada ao STF pelo Procurador-Geral da República contra Eduaro Azeredo, devido mensalão tucano, já aprecem duplicatas da TELESP sendo ofereridas como garantia ao Banco Rural pela SMPB para retirar empréstimos, que foram usados para financiar a campanha eleitoral.

PIG escondeu a notícia e blindou governo tucano paulista

Quantos dos amigos leitores tomaram conhecimento desta notícia?

E quem souber de alguma nota publicada sobre o assunto no PIG (Folha, Estadão, Veja ou Globo) favor avisar ao blog.

Ganha um doce quem conseguir garimpar uma nota no Estadão. O Grupo tinha contrato de fornecimento de Lista Telefônica para a TELESP, sem licitação, na época dos supostos ilíticos.

Leia também:
- Corrupção na Imprensa: Grupo Estadão teve contrato prorrogado sem licitação no governo tucano

http://osamigosdopresidentelula.blogspot.com/ via Blog da Dilma

Corrupção na Imprensa: Grupo Estadão teve contrato prorrogado sem licitação no governo tucano

setembro 26th, 2010 | Autor: Jussara Seixas

Em primeira mão no blog Os Amigos do Presidente Lula em 26/09/2010
Quando a TELESP (Companhia telefônica de São Paulo) ainda era estatal, o Grupo Estadão explorava o filão de listas telefônicas, através de uma empresa do grupo: a OESP Gráfica. Era fornecedora da TELESP, em contrato que deveria haver licitação.

Mas em 1995, em pleno Governo Covas (PSDB), com Geraldo Alckmin (PSDB) de vice, e com Sérgio Motta (PSDB) no Ministério das comunicações, o Grupo Estadão conseguiu prorrogar o contrato de edição de lista telefonica SEM LICITAÇÃO.

Confira o documento aqui.

Qual o motivo para não fazer nova licitação, a não ser uma negociata?

Lista telefônica não é nenhuma emergência. Poderia aguardar o processo licitatório, sem qualquer prejuízo aos usuários, nem à empresa.

O plano real havia ocorrido há pouco tempo. Havia nova realidade econômica sem a inflação. A boa gestão recomendava nova licitação para baixar os custos.

Quem era o presidente da TELESP nesse período (1995-1998) e que assinou a prorrogação era o tucano Carlos Eduardo Sampaio Dória (PSDB/SP), ex-vereador e ex-deputado federal.

Atualmente, Sampaio Dória foi alojado por Geraldo Alckmin e José Serra (PSDB/SP) à frente da ARTESP, o órgão que regula o bilionário e estratégico negócio dos pedágios.

Isso ajuda a explicar a afinidade do Estadão com a candidatura de José Serra (PSDB), no editorial em que declara apoio a José Serra (PSDB). Mas este caso é café pequeno diante de outros casos mais escabrosos, que ainda vamos abordar em outras notas.

Fonte: http://blogdadilma.blog.br/

Com Lula e Dilma, a economia brasileira bate recordes seguidos

Principais momentos de Dilma no debate da CNBB

Os jornalistas tucanos

17.09.2010

Por Marcos Coimbra

Quando, no futuro, for escrita a crônica das eleições de 2010, procurando entender o desfecho que hoje parece mais provável, um capítulo terá de ser dedicado ao papel que nelas tiveram os jornalistas tucanos.

Foram muitas as causas que concorreram para provocar o resultado destas eleições. Algumas são internas aos partidos oposicionistas, suas lideranças, seu estilo de fazer política. É bem possível que se saíssem melhor se tivessem se renovado, mudado de comportamento. Se tivessem permitido que novos quadros assumissem o lugar dos antigos.

Por motivos difíceis de entender, as oposições aceitaram que sua velha elite determinasse o caminho que seguiriam na sucessão de Lula. Ao fazê-lo, concordaram em continuar com a cara que tinham em 2002, mostrando-se ao País como algo que permanecera no mesmo lugar, enquanto tudo mudara. A sociedade era outra, a economia tinha ficado diferente, o mundo estava modificado. Lula e o PT haviam se transformado. Só o que se mantinha intocada era a oposição brasileira: as mesmas pessoas, o mesmo discurso, o mesmo ar perplexo de quem não entende por que não está no poder.

Em nenhum momento isso ficou tão claro quanto na opção de conceder a José Serra uma espécie de direito natural à candidatura presidencial (e todo o tempo do mundo para que confirmasse se a desejava). Depois, para que resolvesse quando começaria a fazer campanha. Não se discutiu o que era melhor para os partidos, seus militantes, as pessoas que concordam com eles na sociedade. Deram-lhe um cheque em branco e deixaram a decisão em suas mãos, tornando-a uma questão de foro íntimo: ser ou não ser (candidato)?

Mas, por mais que as oposições tivessem sido capazes de se renovar, por mais que houvessem conseguido se libertar de lideranças ultrapassadas, a principal causa do resultado que devemos ter é externa. Seu adversário se mostrou tão superior que lhes deu um passeio.

Olhando-a da perspectiva de hoje, a habilidade de Lula na montagem do quadro eleitoral de 2010 só pode ser admirada. Fez tudo certo de seu lado e conseguiu antecipar com competência o que seus oponentes fariam. Ele se parece com um personagem de histórias infantis: construiu uma armadilha e conduziu os ingênuos carneirinhos (que continuavam a se achar muito espertos) a cair nela.

Se tivesse feito, nos últimos anos, um governo apenas sofrível, sua destreza já seria suficiente para colocá-lo em vantagem. Com o respaldo de um governo quase unanimemente aprovado, com indicadores de performance muito superiores aos de seus antecessores, a chance de que fizesse sua sucessora sempre foi altíssima, ainda que as oposições viessem com o que tinham de melhor.

Entre os erros que elas cometeram e os acertos de Lula, muito se explica do que vamos ter em 3 de outubro. Mas há uma parte da explicação que merece destaque: o quanto os jornalistas tucanos contribuíram para que isso ocorresse.

Foram eles que mais estimularam a noção de que Serra era o verdadeiro nome das oposições para disputar com Dilma Rousseff. Não apenas os jornalistas profissionais, mas também os intelectuais que os jornais recrutam para dar mais “amplitude” às suas análises e cobertura.

Não há ninguém tão dependente da opinião do jornalista tucano quanto o político tucano. Parece que acorda de manhã ansioso para saber o que colunistas e comentaristas tucanos (ou que, simplesmente, não gostam de Lula e do governo) escreveram. Sabe-se lá o motivo, os tucanos da política acham que os tucanos da imprensa são ótimos analistas. São, provavelmente, os únicos que acham isso.

Enquanto os bons políticos tucanos (especialmente os mais jovens) viam com clareza o abismo se abrir à sua frente, essa turma empurrava as oposições ladeira abaixo. Do alto de sua incapacidade de entender o eleitor, ela supunha que Serra estava fadado à vitória.

Quem acompanhou a cobertura que a “grande imprensa” fez destas eleições viu, do fim de 2009 até agora, uma sucessão de análises erradas, hipóteses furadas, teses sem pé nem cabeça. Todas inventadas para justificar o “favoritismo” de Serra, que só existia no desejo de quem as elaborava.

Se não fossem tão ineptas, essas pessoas poderiam, talvez, ter impulsionado as oposições na direção de projetos menos equivocados. Se não fossem tão arrogantes, teriam, quem sabe, poupado seus amigos políticos do fracasso quase inevitável que os espera.

Marcos Coimbra é sociólogo e presidente do Instituto Vox Populi. Também é colunista do Correio Braziliense.

Fonte: site da Carta Capital.

A mídia comercial em guerra contra Lula e Dilma

24.09.2010

Por Leonardo Boff*

Sou profundamente pela liberdade de expressão em nome da qual fui punido com o “silêncio obsequioso”pelas autoridades do Vaticano. Sob risco de ser preso e torturado, ajudei a editora Vozes a publicar corajosamente o “Brasil Nunca Mais” onde se denunciavam as torturas, usando exclusivamente fontes militares, o que acelerou a queda do regime autoritário.

Esta história de vida, me avaliza para fazer as críticas que ora faço ao atual enfrentamento entre o Presidente Lula e a midia comercial que reclama ser tolhida em sua liberdade. O que está ocorrendo já não é um enfrentamento de idéias e de interpretações e o uso legítimo da liberdade da imprensa. Está havendo um abuso da liberdade de imprensa que, na previsão de uma derrota eleitoral, decidiu mover uma guerra acirrada contra o Presidente Lula e a candidata Dilma Rousseff. Nessa guerra vale tudo: o factóide, a ocultação de fatos, a distorção e a mentira direta.

Precisamos dar o nome a esta mídia comercial. São famílias que, quando vêem seus interesses comerciais e ideológicos contrariados, se comportam como “famiglia” mafiosa. São donos privados que pretendem falar para todo Brasil e manter sob tutela a assim chamada opinião pública. São os donos do Estado de São Paulo, da Folha de São Paulo, de O Globo, da revista Veja na qual se instalou a razão cínica e o que há de mais falso e chulo da imprensa brasileira. Estes estão a serviço de um bloco histórico, assentado sobre o capital que sempre explorou o povo e que não aceita um Presidente que vem deste povo. Mais que informar e fornecer material para a discussão pública, pois essa é a missão da imprensa, esta mídia empresarial se comporta como um feroz partido de oposição.

Na sua fúria, quais desesperados e inapelavelmente derrotados, seus donos, editorialistas e analistas não têm o mínimo respeito devido à mais alta autoridade do pais, ao Presidente Lula. Nele vêem apenas um peão a ser tratado com o chicote da palavra que humilha.

Mas há um fato que eles não conseguem digerir em seu estômago elitista. Custa-lhes aceitar que um operário, nordestino, sobrevivente da grande tribulação dos filhos da pobreza, chegasse a ser Presidente. Este lugar, a Presidência, assim pensam, cabe a eles, os ilustrados, os articulados com o mundo, embora não consigam se livrar do complexo de vira-latas, pois se sentem meramente menores e associados ao grande jogo mundial. Para eles, o lugar do peão é na fábrica produzindo.

Como o mostrou o grande historiador José Honório Rodrigues (Conciliação e Reforma) “a maioria dominante, conservadora ou liberal, foi sempre alienada, antiprogresssita, antinacional e nãocontemporânea. A liderança nunca se reconciliou com o povo. Nunca viu nele uma criatura de Deus, nunca o reconheceu, pois gostaria que ele fosse o que não é. Nunca viu suas virtudes nem admirou seus serviços ao país, chamou-o de tudo, Jeca Tatu, negou seus direitos, arrasou sua vida e logo que o viu crescer ela lhe negou, pouco a pouco, sua aprovação, conspirou para colocá-lo de novo na periferia, no lugar que contiua achando que lhe pertence (p.16)”.

Pois esse é o sentido da guerra que movem contra Lula. É uma guerra contra os pobres que estão se libertando. Eles não temem o pobre submisso. Eles tem pavor do pobre que pensa, que fala, que progride e que faz uma trajetória ascendente como Lula. Trata-se, como se depreende, de uma questão de classe. Os de baixo devem ficar em baixo. Ocorre que alguém de baixo chegou lá em cima. Tornou-se o Presidene de todos os brasileiros. Isso para eles é simplesmente intolerável.

Os donos e seus aliados ideológicos perderam o pulso da história. Não se deram conta de que o Brasil mudou. Surgiram redes de movimentos sociais organizados de onde vem Lula e tantas outras lideranças. Não há mais lugar para coroneis e de “fazedores de cabeça” do povo. Quando Lula afirmou que “a opinião pública somos nós”, frase tão distorcida por essa midia raivosa, quis enfatizar que o povo organizado e consciente arrebatou a pretensão da midia comercial de ser a formadora e a porta-voz exclusiva da opinião pública. Ela tem que renunciar à ditadura da palabra escrita, falada e televisionada e disputar com outras fontes de informação e de opinião.

O povo cansado de ser governado pelas classes dominantes resolveu votar em si mesmo. Votou em Lula como o seu representante. Uma vez no Governo, operou uma revolução conceptual, inaceitável para elas. O Estado não se fez inimigo do povo, mas o indutor de mudanças profundas que beneficiaram mais de 30 milhões de brasileiros. De miseráveis se fizeram pobres laboriosos, de pobres laboriosos se fizeram classe média baixa e de classe média baixa de fizeram classe média. Começaram a comer, a ter luz em casa, a poder mandar seus filhos para a escola, a ganhar mais salário, em fim, a melhorar de vida.

Outro conceito inovador foi o desenvolvimento com inclusão soicial e distribuição de renda. Antes havia apenas desenvolvimento/crescimento que beneficiava aos já beneficiados à custa das massas destituidas e com salários de fome. Agora ocorreu visível mobilização de classes, gerando satisfação das grandes maiorias e a esperança que tudo ainda pode ficar melhor. Concedemos que no Governo atual há um déficit de consciência e de práticas ecológicas. Mas importa reconhecer que Lula foi fiel à sua promessa de fazer amplas políticas públicas na direção dos mais marginalizados.

O que a grande maioria almeja é manter a continuidade deste processo de melhora e de mudança. Ora, esta continuidade é perigosa para a mídia comercial que assiste, assustada, o fortalecimento da soberania popular que se torna crítica, não mais manipulável e com vontade de ser ator dessa nova história democrática do Brasil. Vai ser uma democracia cada vez mais participativa e não apenas delegatícia. Esta abria amplo espaço à corrupção das elites e dava preponderância aos interesses das classes opulentas e ao seu braço ideológico que é a mídia comercial. A democracia participativa escuta os movimentos sociais, faz do Movimento dos Sem Terra (MST), odiado especialmente pela VEJA faz questão de não ver, protagonista de mudanças sociais não somente com referência à terra mas também ao modelo econômico e às formas cooperativas de produção.

O que está em jogo neste enfrentamento entre a midia comercial e Lula/Dilma é a questão: que Brasil queremos? Aquele injusto, neocoloncial, neoglobalizado e no fundo, retrógrado e velhista ou o Brasil novo com sujeitos históricos novos, antes sempre mantidos à margem e agora despontando com energias novas para construir um Brasil que ainda nunca tínhamos visto antes.

Esse Brasil é combatido na pessoa do Presidente Lula e da candidata Dilma. Mas estes representam o que deve ser. E o que deve ser tem força. Irão triunfar a despeito das má vontade deste setor endurecido da midia comercial e empresarial. A vitória de Dilma dará solidez a este caminho novo ansiado e construido com suor e sangue por tantas gerações de brasileiros.

*Teólogo, filósofo, escritor e representante da Iniciativa Internacional da Carta da Terra.

Fonte: Agência Carta Maior.

Mercadante recebe apoio de policiais militares e civis

Começa a virada pró-Mercadante em SP

Publicado em 25-Set-2010

Em relação à pesquisa Vox Populi anterior, nosso candidato a governador de São Paulo, Aloizio Mercadante (PT e mais nove partidos aliados) cresceu 11 pontos porcentuais, o adversário tucano Geraldo Alckmin caiu 9 e confirma-se a possibilidade que venho afirmando há dias aqui no blog: a eleição se encaminha para 2º turno no Estado. A pesquisa Vox Populi/Portal IG/Rede Band veiculada desde ontem à noite mostra o tucano Alckmin, com 40% das intenções de voto e o Mercadante com 28%. Na sondagem eleitoral Vox populi anterior (divulgada dia 16 de agosto), o candidato do PSDB tinha 49% e Mercadante, 17%. A diferença caiu, portanto, de 32 para 12 pontos porcentuais. A votação de todos os candidatos adversários de Alckmin citados pelos eleitores já soma 42%, superior, portanto, à votação do postulante do PSDB.

Em relação à pesquisa Vox Populi anterior, nosso candidato a governador de São Paulo, Aloizio Mercadante (PT e mais nove partidos aliados) cresceu 11 pontos porcentuais, o adversário tucano Geraldo Alckmin caiu 9 e confirma-se a possibilidade que venho afirmando há dias aqui no blog: a eleição se encaminha para 2º turno no Estado.

A pesquisa Vox Populi/Portal IG/Rede Band veiculada desde ontem à noite mostra o tucano Alckmin, com 40% das intenções de voto e o Mercadante com 28%. Na sondagem eleitoral Vox populi anterior (divulgada dia 16 de agosto), o candidato do PSDB tinha 49% e Mercadante, 17%. A diferença caiu, portanto, de 32 para 12 pontos porcentuais. A votação de todos os candidatos adversários de Alckmin citados pelos eleitores já soma 42%, superior, portanto, à votação do postulante do PSDB.

Por esta Vox Populi os candidatos a governador pelo PP, deputado Celso Russomanno, tem 9%; pelo PSB, Paulo Skaf, 3%; e pelo PV, ex-deputado tucano Fábio Feldman, 2%. A votação dos três somada à de Mercadante totaliza 42% superando os 42% de Alckmin hoje. Os demais candidatos ao governo de São Paulo não pontuaram. A pesquisa aponta 7% dos eleitores dispostos a votar em branco ou a anular o voto e 13% ainda indecisos no Estado.

Feita entre os dias 18 e 21 pp., esta pesquisa Vox Populi ouviu 1.500 eleitores. Você só vai ler sobre esta sondagem eleitoral aqui e em outros blogs progressistas, porque por razões mais do que óbvias, a grande mídia a ignora solenemente. Não lhe interessa registrar a subida de Mercadante que, tudo indica, deverá chegar a 34% ou mais; a tendência de queda de Alckmin; e que os outros três candidatos que pontuam nas sondagens (Russomano, Skaf e Feldman) até 3 de outubro devem ultrapassar, somados, os 15%.

Vamos para 2º turno em SP e MG

O boicote à divulgação da pesquisa é mais um sinal gritante de que os tucanos e seus apoiadores na mídia já sentem (e se apavoram) o grande risco de nossa candidata a presidente Dilma Rousseff (governo-PT-partidos aliados) vencer no 1º turno e de que teremos 2º turno em São Paulo e em Minas Gerais, os dois maiores colégios eleitorais do país.

Pudera, mesmo as outras pesquisas que eles estão divulgando com entusiasmo por registrarem pequena oscilação da candidatura Dilma mostram maioria crescente dos candidatos ao governo dos Estados e ao Senado pelo PT e partidos aliados. Mesmo nestas sondagens lhes é impossível esconderem a ampliação da vantagem dos candidatos governistas nas eleições majoritárias, o que deixa patente o contraste com uma improvável queda da Dilma, a não ser no eleitorado de maior renda e escolaridade. Mas até aí a oscilação é pequena e incapaz de mudar a tendência de vitória no 1º turno.

A Vox Populi confirma, portanto, o que já se torna uma tradição nos pleitos majoritários em São Paulo, de o PT atropelar e crescer nas últimas semanas anteriores ao 1º turno. Agora, de qualquer forma, repito: a hora é de irmos para a rua com tudo, da militância se mobilizar e de fazermos campanha como se estivéssemos perdendo. Ou seja, manter e acentuar a mesma disposição de luta que mostramos desde o inicio da virada de Dilma.

Fonte: http://www.zedirceu.com.br//

Alckmin sabe que enfrentará 2º turno



Alckmin ataca nosso candidato Mercadante na TV. Ótimo sinal. Significa que o tucano que tenta um 3º mandato de governador, pelas pesquisas qualitativas que tem - nós também as temos - sabe que como em 94, 98 e 2002, teremos 2º turno em São Paulo e que a eleição não está decidida.

Como candidatos a governador, Aloizio Mercadante obteve mais de 33% dos votos em 2006 e José Genoino 32% em 2002. É votação histórica no Estado, obtida pelos petistas candidatos majoritários em São Paulo. Assim o PT e aliados têm todas as condições de ir para o 2º turno, ainda mais com a chapa forte e competitiva para o Senado, encabeçada por Marta Suplicy e Netinho, e o apoio dos nove partidos coligados ao nosso no Estado.

Temos ainda um tucanato dividido: o prefeito da Capital, Gilberto Kassab (DEM-PSDB) e o governador do Estado, Alberto Goldman (PSDB), não apoiam Alckmin que não apoia o candidato do PSDB a senador, Aloysio Nunes Ferreira Filho, e apoia a contragosto o candidato a presidente, José Serra (PSDB-DEM-PPS). E por aí vai...

O PTB está insatisfeito e fora da aliança tucana. O coligação preferiu ter como um de seus candidatos ao Senado o ex-governador Orestes Quércia (PMDB) ao senador Romeu Tuma (PTB) que disputa a reeleição. Prefeitos e vereadores aliados deles queixam-se que não são atendidos e os municípios da oposição são discriminados. Nem mesmo na Assembléia Legislativa há entusiasmo. Serra sempre tratou os deputados como despachantes e não como correligionários

Zé Dirceu

Comentário: Tendo 2º turno Mercadante vence!

Fonte: http://blogdobriguilino.blogspot.com/2010/08/alckmin-sabe-que-enfrentara-2-turno.html

Mercadante: PT tem pesquisa diferente do Datafolha

24 de setembro de 2010 às 17:13 1 Comentário

Este blogueiro circunstancial apurou e checou com três fontes diferentes que o PT estadual realizou uma pesquisa, cujos resultados são conhecidos desde terça à noite, que apresenta números bastante diferentes dos divulgados hoje pelo Datafolha.

A pesquisa realizada pelo PT aponta Alckmin com 43%, Mercadante, 29%, e Celso Russomano, 11%.

Se essa votação de Alckmin vier a se confirmar, São Paulo terá segundo turno.

Também conversei com amigos que trabalham com pesquisas para candidatos regionais em cidades da grande São Paulo e do interior. Apurei que:

1) Mercadante já estaria em empate técnico com Alckmin no ABC.

2) Em Guarulhos, por conta da grande votação petista em bairros populares, como o dos Pimentas, no último levantamento ele já teria passado Alckmin em 4 pontos.

3) Que a candidatura de Mercadante tem crescido continuamente nas regiões mais populares da capital.

4) Que em cidades com menos de 100 mil habitantes o PSDB tem engolido o PT. Em recente pesquisa feita por um desses institutos que consultei em Águas de Lindóia, por exemplo, Mercandante patinava em 12%.

5) Que de Campinas pra cima, no interior do estado, a diferença de Alckmin pra Mercadante ainda é muito grande. Mesmo nas grandes cidades.

Em suma, a possibilidade de segundo turno já é real em São Paulo. De qualquer forma, o calcanhar de aquiles é o interior do estado. Principalmente as cidades menores. O PT terá de trabalhar muito nesses lugares tanto para garantir o segundo turno. Quanto alguma possibilidade de vitória se ele vier a se confirmar.

Um alento para a candidatura Mercadante é a avaliação que me fez o diretor de um desses institutos de pesquisa. Ele, que é especialista em interior de São Paulo, me garantiu que se houver segundo turno, Mercadante vira.

“Com a eleição presidencial definida os prefeitos vão procurar o porto seguro. Ou seja, vão tentar agradar Dilma”. Tem sentido.

Fonte: Blog do Rovai

sábado, 25 de setembro de 2010

Programa do Mercadante na TV 24 09 13h

Programa de TV - Noite - 25/09

Programa de TV - Tarde - 25/09

Dilma e Lula emocionam multidão em Porto Alegre

Só haverá 2º turno se rivais do PT virarem 5 milhões de votos

setembro 25th, 2010 | Autor: Jussara Seixas

Análise: José Roberto de Toledo
As oscilações registradas pela pesquisa Ibope se devem principalmente à conversão dos indecisos. Eles caíram de 8% para 5% em uma semana e beneficiaram os candidatos de oposição. Com isso, a soma de brancos, nulos e indecisos chegou a 10%. Está muito próxima do que foram os brancos e nulos na eleição de 2006: 8,4%.

Logo, a fonte de votos dos indecisos está se esgotando como fator de crescimento dos oposicionistas. Na semana que falta até a eleição, José Serra (PSDB) e Marina Silva (PV) precisarão, necessariamente, “roubar” eleitores de Dilma Rousseff (PT) para conseguir levar a eleição para o segundo turno.

Não é uma tarefa fácil. Dilma tem cerca de 10 milhões de votos a mais do que a soma dos adversários. Se cooptarem metade, ou seja, 5 milhões de eleitores, haveria uma boa chance de segundo turno. Isso equivale a virar 625 mil votos por dia, de hoje até a eleição.

Para isso ocorrer, é necessário um fato novo. As denúncias apresentadas até aqui contra a candidatura da petista parecem estar perto do limite de seu impacto eleitoral.

A queda da ministra Erenice Guerra, da Casa Civil, teve um impacto limitado sobre a eleição. Apenas 27% dos eleitores souberam da demissão, tomaram conhecimento que a causa foi a acusação de que filhos da ministra intermediaram negócios com o governo e acham que isso é verdadeiro em algum grau. Mas 1 em cada 3 desses ainda vota em Dilma.

Na prática, apenas 9% dos eleitores admitem que o caso influenciou ou pode influenciá-los: 4% dizem que já mudaram de candidato e 5% afirmam que estão repensando seu voto. Porém, os percentuais são iguais para os eleitores de Dilma e de Serra. Logo, eventuais mudanças podem anular umas às outras.

A exigência de dois documentos para poder votar (título de eleitor e um documento com foto) não parece ser um fator decisivo no resultado da eleição. Nada menos do que 95% sabem da exigência e estão preparados para levá-los à urna. Não há diferença nisso entre os eleitores de Dilma e de seus adversários.

Fonte: Blog da Dilma

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

GOVERNO LULA – DILMA: Renda bate recorde em todas as regiões pesquisadas pelo IBGE

setembro 23rd, 2010 | Autor: Jussara Seixas

Renda bate recorde em todas as regiões pesquisadas pelo IBGE
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VERENA FORNETTI
DO RIO

O rendimento dos trabalhadores, descontada a inflação, subiu em todas as regiões pesquisadas pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) no mês passado e bateu recorde para meses de agosto na série histórica do IBGE, iniciada em março de 2002.

O recorde foi atingido em Recife (R$ 1.078,10), Salvador (R$ 1.231,90), Belo Horizonte (1.396,40), Rio de Janeiro (R$ 1.522,90), São Paulo (R$ 1.580,10) e Porto Alegre (R$ 1421,50).

o rendimento médio real cresceu 20% em relação ao mesmo mês do ano passado.

A soma da renda obtida por meio do salário de todos os brasileiros ocupados atingiu R$ 32,9 bilhões no mês passado, alta de 1,8% ante julho e de 8,8% em relação a agosto de 2009.

Entre os setores da economia, educação, saúde e administração pública registrou o maior valor do rendimento médio: R$ 2.078,10. Mas o maior crescimento entre julho e agosto foi percebido nos setores de serviços domésticos (2,4%) e comércio (2,3%). Na comparação com agosto de 2009, os maiores crescimentos foram observados na construção (9,3%) e nos serviços domésticos (9,1%).

DESEMPREGO

Segundo a pesquisa, a taxa de desemprego no país foi de 6,7% em agosto deste ano, a menor taxa desde o início da série histórica. O índice é menor do que os 6,9% registrados em julho deste ano e do que os 8,1% de agosto de 2009.

Fonte: Blog da DIlma

Lula numa avaliação da política global

Líder de 27 mil pastores pede apoio para Dilma

Programa do Mercadante na TV 22 09 20h

Programa do Mercadante na TV 22 09 13h

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Ibope por regiões: Dilma vence em 220 x Serra só em 20 regiões


setembro 20th, 2010 | Autor: CelsoJardim

O Ibope divide o Brasil em 255 áreas para fazer suas pesquisas. Na maioria dos casos, agrega municípios próximos. Nas grandes cidades, faz o contrário: divide-as em regiões homogêneas. O resultado é o mapa que se vê nesta página.

É um quadro mais preciso da sucessão presidencial do que a simples divisão estadual.
Percebe-se, em alguns Estados onde Dilma Rousseff (PT) lidera, que ainda há bolsões de voto em José Serra (PSDB). Eles estão localizados, quase sempre, nas regiões mais ricas.

As partes pintadas de vermelho apontam as áreas onde a candidata do PT tem pelo menos 5 pontos de vantagem sobre o tucano. Nas azuis, ocorre o contrário. E as zonas cinzas indicam que há empate técnico entre eles (diferença inferior a 5 pontos porcentuais, para um lado ou outro).

Serra só bate Dilma em 20 áreas. Em outras 15 há empate técnico. Dilma supera o tucano nas 220 restantes. Para aumentar as amostras locais, os dados de intenção de voto foram extraídos das pesquisas estaduais do Ibope feitas ao longo dos últimos 30 dias, registradas na Justiça eleitoral.

As áreas predominantemente serristas estão confinadas em poucos bolsões, geralmente localizados no centro e nos bairros mais ricos de metrópoles do Sudeste e do Sul do país. Mais da metade delas está em São Paulo, Curitiba, Florianópolis e Belo Horizonte.

Na capital paulista, por exemplo, Serra ganha de Dilma no centro (que inclui Higienópolis e Bela Vista), na zona oeste (em bairros como Perdizes, Pinheiros, Lapa, Butantã), na sudeste (Jardins, Itaim Bibi, Saúde, Ipiranga, Campo Belo) e na zona leste mais próxima ao centro: Tatuapé, Água Rasa, Belém, Penha.

Fora desse círculo, Dilma leva, mas com diferentes graus de intensidade. Sua liderança é menos forte no conjunto da zona norte (Casa Verde, Brasilândia, Jaraguá) do que na zona sul (Vila Andrade, Jardim São Luís, Jardim Ângela, Capão Redondo, Cidade Dutra, Grajaú). E é moderada na extrema zona leste (Itaquera, São Miguel, Lajeado, Cidade Tiradentes).

Como acontece na maioria das metrópoles brasileiras, a periferia paulistana é mais pobre do que o centro. É lá que se concentra o voto em Dilma. Isso explica porque um eleitor que convive nas regiões centrais não percebe a maioria de dilmistas detectada pelas pesquisas de intenção de voto.

No Estado de São Paulo, Serra lidera nas regiões de Sorocaba, Piracicaba e Ribeirão Preto, todas elas entre as mais ricas. E empata em Araraquara, Bauru e Assis. Dilma lidera no entorno da capital, no litoral, no Vale do Paraíba e nas regiões de Campinas, Itapetininga, Rio Preto, Marília, Araçatuba e Presidente Prudente.

Restam outros bolsões serristas nas regiões gaúchas de Vacaria e Camaquã, na serra catarinense e em Rio Branco e Sena Madureira, ambas no Acre. Essas duas se devem ao fato de Marina Silva (PV) ir melhor no seu Estado de origem e tirar votos de Dilma.

No resto do país, predomina o eleitorado da petista. Mas com grandes diferenças de intensidade. Sua vantagem em alguns bairros de Porto Alegre (RS) é estreita, quase na margem de erro. Ao passo que mesmo nas áreas mais ricas de Salvador (BA) ou do Recife (PE) ela ganha por mais de 30 pontos de Serra.

Isso mostra que a dimensão geográfica é preponderante na eleição presidencial de 2010. Eleitores nordestinos e nortistas tendem a votar mais em Dilma, independentemente de sua classe social.

Já no Sul, no Sudeste e no Centro-Oeste, o voto em Serra está confinado em bolsões de alta renda, mas não em todos. O tucano perde da petista até na zona sul do Rio de Janeiro. Dilma também ganha em uma das áreas mais ricas do país: o plano piloto de Brasília.

Se esse quadro se confirmar em 3 de outubro, terá ocorrido uma mudança significativa em comparação aos desempenhos de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Geraldo Alckmin (PSDB) em 2006.

Como há quatro anos, existem regiões do país onde a proporção de eleitores de Dilma sobre Serra varia entre 10 e até 20 para 1, segundo o Ibope. São os casos do centro-sul cearense (Iguatu), do oeste potiguar (Pau dos Ferros), do sudeste piauiense (alto e médio Canindé) e da periferia de Manaus.

Mas o eleitorado da candidata petista terá se expandido para regiões do Sul e do Sudeste onde sempre predominou o voto em presidenciáveis tucanos no primeiro turno.

* Celso Jardim com José Roberto de Toledo e Daniel Bramatti

Via: Blog da Dilma

Alckmin com suposto líder do PCC

Dilma protesta contra a parcialidade da Folha da S. Paulo

Programa do Mercadante na TV 20 09 20h

Programa do Mercadante na TV 20 09 13h

domingo, 19 de setembro de 2010

Na capela de Santo Expedito, padre sugere voto em Mercadante

19 de setembro de 2010 • 16h34 • atualizado às 16h41

O candidato ao governo de São Paulo Aloizio Mercadante (PT) participou de missa na Igreja do Santo Expedito. Foto: Vagner Magalhães/Terra


Mercadante cumprimenta devoto de Santo Expedito na capital paulista
Foto: Vagner Magalhães/Terra

Vagner Magalhães
Direto de São Paulo

O candidato do PT ao governo de São Paulo, Aloizio Mercadante, visitou neste domingo (19) o Centro Espírita Perseverança, na zona leste da capital, e a Capela Militar de Santo Expedito, na região central da cidade. Na igreja, o padre Osvaldo Palopito sugeriu voto para o petista. Santo Expedito é considerado o padroeiro das causas justas e urgentes. O dia de Santo Expedito se comemora no dia 19 de abril. Todos os meses, na mesma data, acontecem celebrações especiais em alusão ao santo.

Ao fim da celebração, o padre afirmou que só apresentaria aos fieis um candidato em quem confiasse. "Está aqui uma pessoa comprometida e de confiança. Votei nele para o Senado em 2002 e ele é uma pessoa preparada para governar o Estado", disse. Ao lado de Mercadante estava o candidato ao Senado, Netinho de Paula, a quem o padre disse conhecer de "longa data". Ao fim da fala, os candidatos foram aplaudidos.

Terminada celebração, vários fiéis se aproximaram do altar para cumprimentar os candidatos. Na saída, alguns reclamaram de os dois terem comparecido à igreja em um dia tão especial.

Mercadante afirmou que não fez nenhum pedido especial e que a visita à igreja não estava programada. A ida ao local foi sugerida pelo vereador Antonio Carlos Rodrigues (PP) candidato à suplência de Marta Suplicy ao Senado, depois da visita ao centro espírita.

"Não pedi nada especial. A gente vê o povo aqui pedindo coisas tão simples com uma carteira de trabalho, com uma conta para pagar, melhorar a saúde e acho que a gente consegue fazer isso com Santo Expedito e com muito trabalho no governo. Se a gente trabalhar com seriedade, junto com as igrejas, tenho certeza que a gente vai fazer São Paulo crescer mais, gerar mais emprego, mais saúde, mais educação e dar mais esperança para o povo paulista", afirmou.

Mais cedo, Mercadante e Netinho fizeram uma breve visita ao centro espírita. Na entrada e na saída, eles cumprimentaram eleitores. No local, Mercadante comentou as críticas feitas pelo presidente Lula ao PSDB na tarde de ontem, durante comício em Campinas.

Ontem, Lula afirmou que é uma questão de honra eleger Mercadante para o governo de São Paulo e que criará uma bolsa-família para que os tucanos não passem fome quando saírem do Palácio dos Bandeirantes. Disse ainda que os tucanos têm um bico grande para falar e bico pequeno para fazer. "Tucano não tem ouvido, só tem bico. Come até o filhote no ovo. Não há colher que encha aquele bico de comida", disse o presidente.

Mercadante afirmou que Lula reagiu aos ataques que a candidata à presidência Dilma Rousseff (PT) vem sofrendo.

"Ela está sendo alvo de um ataque cada vez mais agressivo, um ataque desesperado. O ataque começa a se estender à minha campanha e eu acho que é preciso amadurecer. A gente ganha eleição apresentando alternativas à sociedade. Respostas para problemas como educação, saúde, segurança. Vamos ter paciência, fazer uma campanha construtiva, respeitosa, porque sinceramente eu acho que esse tipo de baixaria, de ataque desqualificado, não vai reverter o quadro eleitoral e vai apequenar aqueles que recorrem a essa estratégia", disse.

O candidato afirmou ainda que os dois debates que serão realizados nas emissoras de maior audiência TV Record nesta segunda-feira e na TV Globo, semana que vem - podem ajudá-lo a conseguir votos para levar a eleição ao segundo turno.

"Agora vem os debates que tem uma audiência bem maior e vai me ajudar muito na campanha. Estou bastante motivado para o debate. Amanhã é o primeiro grande debate em termos de audiência e depois vem o da Globo no final. Eu eu acho que é o debate decisivo e eu espero nesses dois debates consolidar a nossa vitória em São Paulo".

Fonte: Redação Terra (http://noticias.terra.com.br/eleicoes/2010/noticias/0,,OI4686311-EI15341,00-Na+capela+de+Santo+Expedito+padre+sugere+voto+em+Mercadante.html)

Pesquisa DIÁRIO/Ipespe: Mercadante a 7 pontos do segundo turno

O levantamento, divulgado neste sábado (18/9) mostra Aloizio Mercadante, com 26% das intenções de voto, e Alckmin, do PSDB, com 46%. Juntos, os demais candidatos têm 13%.
Por CF, www.mercadante.com.br
Sábado, 18 de setembro de 2010

Levantamento DIÁRIO/Ipespe divulgada neste sábado (18/09) mostra que a eleição para o governo de São Paulo está a sete pontos do segundo turno. A pesquisa mostra Geraldo Alckmin, do PSDB, com 46% das intenções de voto, contra 26% de Aloizio Mercadante. Os demais candidatos juntos têm 13%. Somando todo o bloco, são 39% das intenções de voto.

A margem de erro é de 3,2 pontos percentuais para mais ou para menos. Isso significa que o candidato do PSDB tem entre 42,8 e 49,2% e a soma dos demais candidatos fica entre 35,8 e 42,2%, ou seja, no limite da margem de erro.

Na sondagem anterior, o tucano tinha 48% e agora desceu dois pontos. Já Mercadante oscilou dois pontos para cima, passando de 24% para os atuais 26%.

O instituto Ipespe é dirigido por Antonio Lavareda, especialista em pesquisa e marketing político. Ele trabalhou durante boa parte de sua carreira com o PSDB.

CartaCapital: Aécio Neves deixará o PSDB



Na edição dessa semana, o jornalista e editor Maurício Dias revela que o ex-governador de Minas Gerais teria dito a amigos que pretende fundar um novo partido e comandar uma “oposição moderada”.
Por CF, site da revista Carta Capital
Sexta-feira, 17 de setembro de 2010

A capa da revista “Carta Capital”, que chegou às bancas nesta sexta-feira (17), estampa o ex-governador de Minas Gerais, com a seguinte informação "exclusiva": "Aécio Neves deixará o PSDB". A linha fina, que segue a chamada, explica "o ex-governador de Minas pretende fundar um novo partido e comandar uma oposição moderada”.

O resumo da matéria do jornalista e editor de CartaCapital, Maurício Dias, cita que a decisão de deixar o PSDB foi espelhada no avô, Tancredo Neves, e questiona: “Será que foi de caso pensado?”.

Segundo pesquisas eleitorais recentes, Aécio lidera as intenções de voto ao Senado por Minas Gerais, seguido pelo ex-presidente Itamar Franco (PPS).


A seguir, a matéria postada na home-page da CartaCapital, nesta sexta-feira (17), às 16h07.


O exemplo de Tancredo
Mauricio Dias

Aécio Neves, ao tomar a decisão de abandonar o tucanato, espelha-se no avô. De caso pensado? Por Mauricio Dias
Não é por estar envolvido de corpo e alma na campanha para eleger seu substituto, Antonio Anastasia, ao governo de Minas Gerais, e muito menos por distração política, que Aécio Neves deixou de se manifestar sobre as recentes denúncias, encampadas por José Serra, para tentar desestabilizar Dilma Rousseff. É um silêncio significativo. Expressivo como um risco de giz. A metáfora, possível de ser imaginada, que separa o território de atuação da oposição mineira e da oposição paulista. Ambas adversárias do governo Lula. Só que a primeira é democrática e a segunda é golpista.

As duas convivem, no PSDB, por um tempo longo demais, considerando as divergências políticas que emergiram mais claramente quando os paulistas cortaram as asas de Aécio pretendente à candidatura à Presidência pelo partido. Foi a gota d’água para um tucano disposto a voar. José Serra, ainda governador, bloqueou as prévias internas que Aécio propunha e forçou o mineiro a abrir espaço para mais uma candidatura paulista. Aos 68 anos, Serra não tem mais tempo para esperar, porque, conforme anunciou no palanque que a revista Veja lhe ofereceu, preparou-se a vida inteira para ser presidente. E, tudo indica, fracassou.

Há duas semanas, em jantar no Rio de Janeiro, o ex-governador Aécio Neves empolgou-se ao falar da necessidade de reformas políticas no Brasil e, para sustentar os argumentos que desenvolvia junto a um grupo restrito de amigos, ele anunciou: “Eu vou sair do PSDB”, na casa de um empresário, em Copacabana, cercado de convidados importantes.

O cenário entre ele e os tucanos é de desgaste absoluto, embora no quadro da campanha presidencial cumpra, em Minas, segundo maior colégio eleitoral do País, o ritual da fidelidade ao candidato do PSDB. Ele arregaça as mangas por Serra, mas o esforço cessa no momento em que a solidariedade partidária pode pôr em risco o projeto que o ex-governador mineiro tem. Assim, a forte reação do eleitor mineiro excluiu a presença de Serra na propaganda de televisão de Antonio Anastasia, que lidera as pesquisas de intenção de voto no estado.

As eleições mineiras sorriem para Aécio. Ele está praticamente eleito para o Senado e o aliado dele, Itamar Franco, pode ficar com a segunda vaga. Mas os mineiros não sorriem na direção de São Paulo. Pesquisa do instituto Vox Populi mostra que apenas 8% do eleitorado, em Minas, votaria em José Serra “por causa de Aécio”. Reflexo: pesquisa do Ibope de 13 de setembro aponta Dilma com 31 pontos à frente de Serra.

Não será surpresa a desfiliação de Aécio do partido. O neto de Tancredo Neves caminha firme nessa direção. Só que em silêncio, como convém à tradição mineira da qual é herdeiro. A novidade é ter anunciado agora. Por descuido? Só acreditará nisso quem admitir que político mineiro se descuida com assunto tão melindroso.

Segundo a conversa desenrolada no jantar em Copacabana, Aécio já tem um novo projeto político na cabeça. Não vai buscar abrigo em nenhum outro partido ao abandonar os tucanos. Com a vitória da candidata do PT, quer estabelecer uma oposição democrática, já que o PSDB- renegou esse papel ao preferir abraçar o udenismo golpista.

O oposicionista mineiro sempre se afastou disso. Em 2005, manteve distância do episódio do chamado “mensalão” do PT, quando estava no governo de Minas. Atacou o ocorrido. De forma tão incisiva quanto genérica. Reagiu em nome da ética política. Em momento algum, no entanto, apoiou os movimentos subterrâneos que foram iniciados, sem sucesso, para abrir processo de impeachment contra Lula. E mesmo posteriormente, quando Fernando Henrique Cardoso capitaneou o movimento para que o presidente Lula desistisse de disputar a reeleição, Aécio, no governo de Minas, não misturou leite no café amargo que FHC, oposicionista paulista, oferecia.

É bem verdade que a decisão, em2005, pode ter sido companheira da cautela. Se as lambanças do publicitário mineiro Marcos Valério acertaram em cheio o PT, o mesmo aconteceria, depois, com o senador tucano Eduardo Azeredo, um político com trânsito livre no Palácio da Liberdade, sede do governo mineiro. Aécio foi atingido apenas por respingos. Ao fim e ao cabo, esse “Valerioduto”, que irrigou de dinheiro muitas campanhas eleitorais petistas e tucanas, tem a nascente no território mineiro.

Em 2010, o já então ex-governador de Minas não avaliza o factoide contra a candidatura Dilma, criado a partir da quebra criminosa de sigilos fiscais na Receita Federal. Esquivou-se, também, de fazer coro às acusações contra a ex-ministra Erenice Guerra, da Casa Civil, que novamente tinha como alvo a candidata do PT. Não é de hoje, portanto, que ele evita essa linha de ação. Nesse caminho amadureceu uma decisão que botará em prática em momento mais oportuno após as eleições.

Em 2002, ainda no governo do estado, o tucano Aécio e o petista Fernando Pimentel, prefeito de Belo Horizonte, surpreenderam os respectivos partidos quando anunciaram um acordo em torno da candidatura de Márcio Lacerda, do PSB, para disputar a prefeitura da capital. A aliança, vitoriosa, provocou reações claras no PT e preocupação no PSDB.

O comportamento diferenciado de Aécio, no ninho tucano, o empurrou para o desacordo com os paulistas. É bom lembrar que o mineiro já chegou a pensar vagamente, em 2008, na migração para o PMDB por sugestão do presidente Lula. Não se deixou seduzir pela possibilidade de ser vice de Dilma, como, no futuro, não se encantaria com o convite formal para ser vice de Serra.

Uma possível vitória de Geraldo Alckmin para o governo de São Paulo seria mais uma sinalização a indicar para Aécio a porta de saída. Não haverá outra queda de braço com os paulistas dentro do mesmo partido.

Como sugerem as pesquisas, Aécio sairá turbinado na própria base política dele a partir do pleito de outubro. Ele pode ter uma vitória capaz de adubar o projeto que cultiva. Tancredo, avô de Aécio, tomou decisão semelhante, em 1980, após uma declaração de forte impacto naquela época: “O meu MDB não é o MDB de Arraes”. Foi um repúdio à chamada ala “autêntica” do MDB que fazia oposição mais radical à ditadura militar. Reunidos os moderados, Tancredo fundou e presidiu o Partido Popular (PP). A versão atualizada da frase do avô poderia ser adotada assim pelo neto: “O meu PSDB não é o PSDB de Serra”. Embora o PSDB dele não seja golpista. Após isso era só bater a porta e sair.

Definida a eleição de 2010, e confirmada a vitória do PT, o ex-governador mineiro já com o título de senador se tornará naturalmente o líder político dos moderados. E igualmente natural será o fato de se tornar o primeiro candidato de oposição à eleição de 2014. A partir da criação de nova legenda a tarefa será a de fisgar correligionários e costurar alianças. Há um amplo horizonte de especulações possíveis. Na mira dele está uma parte do PSB representada por Ciro Gomes, pelo prefeito de Belo Horizonte, Márcio Lacerda e, quem sabe, Cid Gomes, praticamente reeleito ao governo do Ceará.

Aécio pode buscar aliança com o PP (sigla coincidente com a do partido fundado pelo avô), cuja liderança maior, o senador Francisco Dornelles, além de mineiro é parente dele e serviu como auxiliar de Tancredo, quando esse- se tornou primeiro-ministro no regime parlamentar de 1964. Essa contabilidade política do novo partido leva em consideração dissidentes do PMDB e, é claro, do próprio PSDB. Nesse caso é possível pensar no senador cearense Tasso Jereissati em conflito com os tucanos paulistas. A bancada do partido que sair da batalha eleitoral, em Minas, deverá acompanhá-lo.

A consequência do movimento de re-acomodação partidária, que se prevê para ocorrer no próximo ano, independentemente da dissidência do ex-governador mineiro, com a inevitável desidratação política do PSDB, aponta para um cenário absolutamente novo que sugere uma constatação, não necessariamente marxista, mas obviamente inspirada ligeiramente em uma das passagens mais conhecidas do Manifesto Comunista de Marx e Engels. Nela se prevê que o capitalismo moderno, com a multiplicação do operariado, criaria o seu próprio coveiro.

O cenário político que se forma agora começou no ventre do capitalismo brasileiro moderno. Mais precisamente em meados dos anos 1970 com o movimento sindical, não revolucionário, fermentado nas linhas de produção da indústria automobilística do ABC paulista. Ali o velho Partido Comunista Brasileiro perdeu o controle dos movimentos sindicais. Os integrantes desse novo universo de operários não era também marionete de empresários que cultivavam sindicalistas dóceis chamados de “pelegos”.

O que não se previa é que daquele movimento surgiria o “coveiro” do setor reacionário do capitalismo, avesso a uma melhor distribuição das riquezas geradas no País. Ou seja, em favor de uma minoria que recebia a maior parte do bolo. Fica de fora uma parte substancial que, expressada em números, significa hoje 30 milhões de pessoas num total de 190 milhões.

O “coveiro” desse modelo capitalista moribundo é um nordestino, torneiro mecânico, surgido naquelas jornadas operárias do ABC. Apelidado de Lula, sem estar preocupado com a interpretação sobre o que ele faz, promove a maior revolução no capitalismo verde-amarelo do pós-Guerra. E, no plano campo, há campo para a oposição atuar, disputar e ganhar eleições com votos e não com expedientes golpistas.

Na última semana, Dilma percorreu vários estados

Comercial Futebol - Dilma - 30"

Dilma encontrou o ator Benício del Toro em Campinas (SP)

Milhares de pessoas de Campinas (SP) se encontram com Dilma e Lula

Programa de TV - Dilma - Noite - Sexta - 18/09

Programa de TV - Dilma - Tarde - 18/09

Lula: “Nós vamos derrotar alguns jornais e revistas que se comportam como partidos políticos”


setembro 19th, 2010 | Autor: Daniel Bezerra editor geral

lula derrotar o PIGpor Luiz Carlos Azenha

Vi um pequeno trecho do discurso de Lula em Campinas, pela rede. Anotei: “Dono de jornal tem lado. Dono de TV tem lado. Dono da revista tem lado”, disse o presidente da República ao pool de repórteres que cobria o evento, pedindo a eles que também se decidissem.

Segue uma descrição feita pelo Estadão, mas me pareceu incompleta. Deixem nos comentários vídeos ou o texto completo do discurso, já que me parece que é a primeira vez que Lula explicita abertamente que os jornalões participam da campanha eleitoral, embora neguem:

‘Nós somos a opinião pública’, afirma Lula
Presidente critica imprensa e diz que não precisa de formadores de opinião

18 de setembro de 2010 | 15h 16

Rodrigo Alvares, do estadão.com.br

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva voltou a fazer críticas contundentes à imprensa e à oposição durante comício realizado na tarde deste sábado, em Campinas (SP).

“Tem dias em que alguns setores da imprensa são uma vergonha. Os donos de jornais deviam ter vergonha. Nós vamos derrotar alguns jornais e revistas que se comportam como partidos políticos. Nós não precisamos de formadores de opinião. Nós somos a opinião pública”, afirmou.

Também falou que os jornalistas precisam ter um “lado” porque também votam.Lula também atacou abertamente o PSDB: “Não tem nada que faça um tucano sofrer mais que ter um bico tão grande para falar e tão pequeno para fazer”.

Caminhando de um lado para o outro no palco, o presidente chegou a ironizar que Dilma Rousseff, Aloizio Mercadante e José Eduardo Dutra haviam pedido para ele “se conter”. “Tem algumas coisas que precisam ser ditas. Vocês sabem que tucano come até filhote no ninho. Quando o Mercadante se eleger governador, vou criar um Bolsa Família para os tucanos não passarem fome.

Pouco antes, Dilma falou que “em 2002, eles diziam que não tínhamos competência para governar. Hoje, podemos falar que um metalúrgico foi capaz de fazer mais escola técnica do que os doutores que vieram antes”.

A petista não comentou a saída de sua sucessora na Casa Civil, Erenice Guerra, ou as asdenúncias puclicadas nos últimos dias. Preferiu mobilizar a plateia até o dia 3 de outubro e se ateve às conquistas do governo Lula: “Daqui a 15 dias, vamos estar decidindo qual é o rumo deste País. Se queremos aquele País das desigualdades ou se queremos um País construído pelo presidente Lula.

A ex-ministra da Casa Civil disse que vai “honrar o legado desse governo sem miséria, onde podemos viver em paz”. “Mais que honrar, vou seguir um conselho do Lula: ‘O difícil não é governar, é governar com o coração. Você tem de saber de que lado está. Nós estamos do lado de 190 milhões de brasileiros”.
PS do Viomundo: É óbvio que o presidente da República, ser político que é, nesta questão mata três coelhos de uma vez: polariza a eleição (para reduzir a abstenção), blinda sua candidata de acusações da mídia (mesmo as que porventura forem procedentes e não partirem do maníaco do parque) e radicaliza o tucanato midiático (quanto mais falarem mal de um presidente com quase 80% de popularidade, mais votos ele conquista para Dilma).

Fonte: Blog da Dilma